7 mars, 2008

Côte d’Ivoire : Quand la phobie des élections prend le dessus sur l’action politique

Classé dans : Non classé — cabinda @ 5:35

On croyait après la signature de l’accord de Ouagadougou la « complotite » au sommet de l’Etat éradiquée. Mais avec la dernière sortie du chef de l’Etat, il faut se résoudre à l’évidence : il n’en est rien. Devant ses camarades du Congrès national de la résistance et la démocratie mercredi 20 février dernier , Laurent Gbagbo a, à la grande stupéfaction des Ivoiriens, avoué que les services de renseignements du pays ont déjoué ces derniers mois au moins trois putschs contre son régime. Il a même soutenu que les besoins de la cause, des mercenaires venus de l’enclave du Cabinda en Angola auraient été convoyés en Côte d’Ivoire. Ces affreux seraient encore semble-t-il sur le territoire ivoirien prêts à frapper au premier signal de leurs commanditaires.

A l’analyse de ces propos, une seule certitude ressort : la phobie du champion de la Refondation pour les élections. Le chef de l’Etat sait, dans une compétition électorale où il aura en face de lui le candidat du Rassemblement des Républicains et celui du Parti démocratique de Côte d’Ivoire, qu’il a peu de chance de l’emporter. Car le parti du docteur Alassane Dramane Ouattara et du président Henri Konan Bédié à eux seuls constituent plus de 80% de l’électorat en Côte d’Ivoire. Cette peur s’accentue par le fait que cette année tous les partis politiques qui le désirent auront un candidat aux prochaines élections présidentielles. Aucun candidat ne pourra être écarté par des subterfuges politiciens. L’accord de Pretoria a consacré ce principe. Le président Gbagbo lui-même l’a entériné par son adresse à la Nation du 15 juillet 2005 où il a fait usage des pouvoirs exceptionnels que lui confère l’article 48 de la Constitution de 2000. Le dernier Cadre permanent de concertation à Ouagadougou l’a réitéré dans l’une de ses résolutions. Or il est de notoriété que le candidat du Front populaire ivoirien doit son élection calamiteuse en octobre 2000 au rejet de la candidature de toutes les personnalités de la vie politique ivoirienne qui étaient susceptibles de le battre. Grâce à la complicité du juge Tia Koné actionné par le chef de la junte militaire au pouvoir à l’époque, le général Guéi Robert. Autre chose qui ajoute au cauchemar de l’actuel locataire du palais présidentiel, la certification de toutes les étapes du processus électoral par les Nations unies.

Le Représentant spécial du secrétaire général de l’ONU en Côte d’Ivoire, M. Choi Young-Jin, au cours de sa conférence de presse le même mercredi 20 février, a été catégorique. Les dirigeants de la maison de verre basée à New York veilleront scrupuleusement à la transparence des prochaines joutes électorales avant d’en certifier les élections. Comme cela a été le cas en République démocratique du Congo. En outre, Laurent Gbagbo qui comptait sur la technologie électorale pour se tirer d’affaire n’est plus sûr de son fait. Aujourd’hui, l’Institut national des Statistiques n’occupe plus une place centrale dans le dispositif électoral. Malgré les tentatives du camp présidentiel de mettre SAGEM, l’opérateur technique chargé de l’identification et de la confection des listes électorales sous la coupole de l’institution dirigée par leurs camarades du FPI, le Premier ministre Soro Guillaume et les partis de l’opposition entendent observer une application stricte des textes sur la question. A ce sujet, les accords de Pretoria et de Ouagadougou sont clairs. L’INS dirigé par le professeur Mathieu Meleu, militant du FPI notoirement reconnu comme tel, et l’opérateur technique sont des partenaires complémentaires. Aucun lien de subordination ne doit les lier. En sus de cela, il faut compter avec la volonté affichée de la Commission électorale indépendante de ne pas transiger sur la transparence dans l’organisation des prochaines élections générales.

Laurent Gbagbo qui comptait donc sur un passage en force ou un hold up électoral ne sait plus trop à quel saint se vouer pour sa réélection. De sources très proches du Palais, un sondage que lui-même aurait commandé à un institut international célèbre en la matière lui donne perdant loin derrière le candidat du RDR et du PDCI-RDA. Ce sont ces paramètres mis les uns dans les autres qui poussent le candidat du Front populaire ivoirien à se trouver une autre porte de sortie. Et en la matière, la rengaine est connue. Lorsqu’un autocrate se trouve en difficulté, la thèse du complot devient sa meilleure défense. Dans le domaine, Laurent Gbagbo ne fait pas exception à la règle. Il vient de le démontrer au cours de sa rencontre avec le CNRD.
Jean-Claude Coulibaly

6 mars, 2008

CABINDA : D. Zacarias Kamuenho, arcebispo de Lubango sugere

Classé dans : Non classé — cabinda @ 20:30

cabinda.gifO arcebispo de Lubango, laureado com o Prémio Sakharov, encontra num eventual referendo a solução política para a situação de Cabinda.

O arcebispo de Lubango, D. Zacarias Kamuenho, diz que um referendo é «uma das soluções possíveis que os políticos devem adoptar, para não atingirem situações extremas».

Kamuenho, que também preside à Conferência Episcopal de Angola, diz que é preciso conversar, para se poder chegar a um diálogo, a um ponto de autonomia em que as pessoas se sintam cabindenses, mas angolanas». Kamuenho sugere assim um referendo como a solução para Cabinda, mas lembra que a «Igreja pode apontar soluções», mas cabe aos políticos tomar decisões e construir o futuro de Angola.

Quanto ao processo de paz no país, o arcebispo do Lubango, diz que «há sinais positivos, sinais de esperança».

TSF Online

Cabinda: Português ferido em ataque

Classé dans : Politique — cabinda @ 17:31

angolacabinda150map.gifUm trabalhador português ficou ferido em resultado de uma emboscada ocorrida segunda-fei em Cabinda alegadamente levada a cabo pela guerrilha local.

Segundo António Carapinha, chefe da divisão transportes de uma empresa portuguesa, foi gravemente ferido no braço, permanecendo internado no Hospital de Cabinda. Cristovão Luemba, jornalista da Rádio Ecclesia em Cabinda, conta que o cidadão nacional foi atacado com uma “rajada” de arma de fogo quando se deslocava, de carro, para uma das minas da empresa, onde iria proceder ao pagamento do pessoal.

A acção foi atribuída à Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), mas o movimento ainda não reivindicou o ataque. De acordo com o jornalista Cristovão Luemba, a empresa onde trabalha o cidadão português recebeu no mês passado uma carta, alegadamente da FLEC, a suspenção da autorização para a exploração de inertes “não ter honrado alguns compromissos que tinha com a guerrilha.

Brasil : Polícia Federal prende sete angolanos por tráfico de drogas

Classé dans : Non classé — cabinda @ 12:06

Rio de Janeiro – A Polícia Federal prendeu hoje (5) no Aeroporto Internacional Galeão-Antonio Carlos Jobim sete angolanos por tráfico internacional de drogas. Segundo o chefe da PF no aeroporto, delegado Paulo Falcão, eles tinham ingerido entre 75 e 100 cápsulas de cocaína e estavam embarcando para Angola pela companhia aérea angolana Taag.« Nós fazemos um trabalho de análise e perfil dos passageiros, verificamos o passaporte, o número de viagens feitas e a constância das viagens. É um grupo que tem já muitos anos [que fazem essa viagem] e hoje eles estavam embarcando com a droga. Nós já temos acompanhado esse tipo de tráfico há muitos anos. Eles vêm ao Brasil via Rio ou São Paulo e voltam com a droga muitas vezes já ingeridas e embarcam nos vôos da Taag, e dali eles distribuem o material principalmente para a Europa », explicou.

Segundo Paulo Falcão, agentes da PF disfarçados reforçam a vigilância nos vôos internacionais, principalmente os que vão para a África. « Nós vamos continuar monitorando, já pedimos a presença do cônsul de Angola para que seja feito um trabalho em conjunto com as autoridades do país.

A idéia é que Angola comece a fazer uma operação nos locais de chegada desses passageiros ».

Ainda de acordo com o delegado, só nos últimos dois meses 30 angolanos que faziam o transporte de drogas para a África foram presos no embarque.

Paulo Falcão disse que essa forma de tráfico, com ingestão de cápsulas, tem sido muito comum, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo.

O delegado não soube informar se esses grupos teriam alguma ligação com facções criminosas no Rio de Janeiro. Aparentemente, segundo o delegado, não foi constatada nenhuma relação.

Segundo o Relatório de Controle Internacional de Narcóticos, divulgado pelo Departamento de Estado norte-americano em fevereiro, o Brasil é um grande ponto de distribuição da cocaína produzida nos países andinos para a Europa e Oriente Médio.

O Relatório Mundial de Drogas, divulgado em 2007, pelo Escritório das Nações Unidas Contra Drogas e Crime (UNODC) confirma essa posição do Brasil como rota do tráfico que sai da América Latina com destino a Europa via África.

Segundo a UNODC, a América do Sul é o foco da produção da folha de coca e a responsável por 51% de todas as apreensões no mundo.

Rio de Janeiro (Jornal da Midia)

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