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17 juillet, 2008

Luanda teme a força da «extinta» Maplabanda

Classé dans : Non classé — cabinda @ 21:56
Nova estratégia de Angola em Cabinda
Luanda continua a temer a força da Associação Cívica de Cabinda – Mplabanda. Mesmo com a sua extinção legal a Mplabanda continua como o «peso-pesado» da resistência civil no território.
Observadores em Cabinda consideram que o «peso-pesado» actual da resistência cabindesa é a Mpalabanda, mesmo ilegalizada, que agora, segundo muitos, «parece ter-se escudado atrás da vaga denominação de sociedade civil.»

A força advém-lhe não pelo seu leque de personalidades com um elevado índice de formação, mas, sobretudo, pela sua implantação no seio da população e porque fora da Mpalabanda quase nada tem de credível, de actuante e de visível, exceptuando a guerrilha que se debate sozinha e sobrevive, há mais de vinte e oito anos sem apoio externo.

Segundo declarações ao Ibinda.com de um observador em Cabinda «isto tem atrapalhado cada vez mais o MPLA, o partido-estado, pela influência que pode ter no momento do voto. Por isso, o governo angolano tem-se desfeito em reinventar estratégias para pôr mãos nos seus membros mais proeminentes ou controlá-la. Primeiro, foi retirar de Cabinda todos os membros do Sinfo, cabindas, (Lede e outros). Estes estiveram sempre sob suspeita de passarem informações secretas para os conterrâneos, principalmente, aquelas que visavam eliminar fisicamente algumas personalidades que estão continuamente na mira do regime colonial angolano.»

Recentemente o Governo de Luanda pretendeu dar mais visibilidade a Bento Bembe, «fazendo-o responsável do grupo de acompanhamento da Província de Cabinda. Fala-se que Ngongo era sério demais ao pressionar o andamento das obras públicas (a estrada Tshiowa-Lândana, a rua das Forças Armadas, as ruas terciárias e as obras de drenagem na cidade de Tshiowa) e ao duvidar da sua adjudicação a uma única empresa, sem concurso» declara o mesmo observador, prosseguindo, «depois disto, o governo angolano virou as suas baterias para a sociedade civil. Pretendia dialogar, porque reconhecia que ela era importante no quadro cabindense. Usando sempre a mesma estratégia, lançou o seu homem do Sinfo local, Turra, e as mesmas promessas: viaturas, cargos ministeriais e milhões de dólares para os seus membros. A sociedade civil respondeu com um duro documento que nunca recebeu resposta. Sempre a mesma táctica. Viu-se que não pretendia dialogar, mas para mais uma vez tornar barato o cabinda.»

«Tomou consciência que por este caminho não conseguiria os seus intentos» afirmou o mesmo observador. «Por isso, enquanto fingia querer dialogar, elegia Belchior Lanzi como alvo a abater. Chama-o à Investigação Criminal, através do sempre Oliveira, cercando-o de inverdades vindas de uma empresa de portugueses. A sua ausência de Cabinda, por motivos empresariais, como fazem todos os outros, tem gerado as maiores especulações e suspeitas por parte quer de alguns membros de Bento Bembe quer daqueles do governo angolano.» Fontes credíveis em Cabinda alertam que poderá ser detido depois da ausência no exterior. «Recorde-se o caso de Fernando Lelo até agora atrás das grades, depois de um julgamento de fachada.»

«Esta mão forte contra Belchior tem posto em atalaia a família, os amigos e os companheiros de luta. O MPLA atrapalhado, distribuindo motorizadas, viaturas e milhões de dólares a cabindas famintos de riqueza, dispostos a vender até a própria alma, mas sem conseguir atrair os corações dos cabindas, pode começar a mugabear, cá em Cabinda, onde manda e impera.»

(c) PNN Portuguese News Network

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