28 août, 2008

Viatura da campanha eleitoral do MPLA atacada em Cabinda

Classé dans : Non classé — cabinda @ 9:52
Viatura da campanha eleitoral do MPLA atacada em Cabinda  pixel
Uma viatura da campanha eleitoral do MPLA em Cabinda foi atacada pelas forças da resistência.
Fonte da guerrilha em Cabinda confirmaram que aue verificau-se entre as aldeias de Kungo Thadi e Kikuanga, no Alto Sundi, na região de Miconje. Segundo a mesma fonte o ataque terá causado vários mortos e feridos.A resistência cabindesa, que se opõe à participação da população de Cabinda nas eleições, alertara que iria proceder a várias operações no território durante o período de campanha eleitoral para legislativas angolanas previstas para 5 de Setembro.

(c) PNN Portuguese News Network

Une voiture du dispositif de la campagne électorale du MPLA a été ataquée par les forces de la résistance.

Des sources de la guerrilla à Cabinda ont confirmé que l’attaque qui a eu lieu entre les localités de Kungo Thadi e Kikuanga, en Haute Sundi, dans la région de Miconje. Selon la même source l’attaque se s’est soldée par plusieurs morts et blaissés.

La résistance cabindaise qui est contre la participation de la population de Cabinda aux élections, a avert qu’elle allait procéder à plusieurs opérations dans le territoire pendant la période de la campagne électorale pour les législatives angolaises prévues pour le 5 septembre prochain.

16 août, 2008

SÍNTESE SOBRE O FLAGELO DA MORTE INFANTIL NOS PAÍSES CPLP

Classé dans : Non classé — cabinda @ 19:28

I – SITUAÇÃO GLOBAL E DA CPLP

A UNICEF acaba de publicar o seu relatório anual de 2008, referente à análise de dados sobre a taxa de mortalidade infantil de menores de 5 anos de 2006 e uma das conclusões a tirar, em relação aos países CPLP, é que 6 deles, Angola, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Cabo Verde, possuem taxas muito acima do admissível, considerando o Brasil como padrão intermédio e Portugal é o único que se afasta para uma posição típica de “país desenvolvido”.

A terrível tabela referente aos países CPLP, entre os 189 países do mundo, é a seguinte:

- 2º – Angola – 260.
- 11º – Guiné Bissau – 200.
- 22º – Moçambique – 138.
- 43º – São Tomé e Príncipe – 96.
- 65º – Timor Leste – 55.
- 83º – Cabo Verde – 34.
- 113º – Brasil – 20.
- 167º – Portugal – 5.
O relatório anual da UNICEF, em relação à Infância, corrobora o relatório anual do PNUD, em relação aos Índices de Desenvolvimento Humano.

A Directora Executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Ann M. Veneman, logo no prefácio do relatório da UNICEF, afirma que “em 2006, pela primeira vez na história recente, a cifra total de mortes anuais entre as crianças menores de cinco anos, foi inferior aos 10 milhões, situando-se na ordem dos 9,7 milhões” e que “isso representa uma redução na ordem dos 60% da taxa de mortalidade infantil, desde 1960”.

Entre os países que mais reduziram a mortalidade infantil, estão colossos populacionais como a China, que conseguiu uma redução de 45 óbitos por 1000, alcançando a cifra de 24 (uma redução de 47%) e a Índia, com uma redução de 34%.

Essas duas potências emergentes, que possuem uma percentagem muito significativa da população mundial, são por si dois dos principais responsáveis pelo relativo êxito alcançado, à frente de outros com muito menos população, como o Bangadesh, o Bhutão, a Bolívia, a Eritreia, o Nepal e o Laos.

Se à escala global, há algumas razões para se argumentar no que diz respeito aos Objectivos do Milénio para 2015, com um optimismo moderado, o mesmo não acontece em relação a 3 dos países do CPLP: Angola, Guiné Bissau e São Tomé e Príncipe, que se situam entre os de maior preocupação não só da UNICEF, mas também de várias Organizações Internacionais com responsabilidade global.

II – A SITUAÇÃO EM TIMOR LORO SAE E EM ALGUNS PAÍSES PRESENTES NO SEU TERRITÓRIO

Já os outros três, Timor Leste, Moçambique e Cabo Verde, parece terem entrado num ciclo mais favorável: Timor Leste conseguiu reduzir a mortalidade em 69% (é a 2ª redução mais drástica, a seguir à registada nas Maldivas, com 73%), Cabo Verde reduziu em 43% e Moçambique em 41%.
A redução da taxa de mortalidade infantil em Timor Loro Sae, julgo que se pode aduzir a partir da evolução histórica do país, que saiu da ocupação que ocorreu após o colonialismo português, sob a ditadura indonésia de Suharto, para uma independência que, perante cada vez mais evidências, sendo tutelada pela Austrália, teve o condão de conduzir para o país, uma ajuda internacional abrangente, com acordos importantes com vários países, sobressaindo Cuba, responsável por cerca de 80% das intervenções de saúde em curso.

A Austrália e a Nova Zelândia, na tabela da mortalidade infantil, são indexadas no 161º lugar (6 mortes por 1000) e Cuba na 157ª posição (com 7 mortes por 1000).

Em toda a América, só o Canadá possui um índice superior ao de Cuba (6 mortos por 1000, como a Austrália e a Nova Zelândia), que está à frente dos Estados Unidos (8 mortos por 1000, na 151ª posição).

A Indonésia ocupa o mesmo lugar que Cabo Verde na tabela global: a 83ª posição, com 34 mortos por 1000.

III – A SITUAÇÃO PERSISTENTE E ESCANDALOSA DE ANGOLA

Apesar da publicidade em termos de crescimento económico, assim como da construção de infra estruturas e estruturas de toda a ordem, Angola não regista uma evolução favorável também nos dados publicados pela UNICEF (tal como os publicados pelo PNUD – Índices de Desenvolvimento Humano) e isso vai ao encontro do que tem sido constatado por mim “no terreno”, conforme têm ilustrado algumas das minhas próprias intervenções.

Angola continua a ser o 2º país mais mortífero para as crianças com menos de 5 anos, no mundo, logo a seguir à Serra Leoa, que é o 1º… em Angola, continua a ser praticamente proibido nascer e isso apesar da ausência de tiros já ir com alguns anos.

Sintomaticamente os dois países mais mortíferos para as crianças, foram os que sofreram o impacto de guerras prolongadas que se podem considerar no quadro das “guerras dos diamantes de sangue”, um anátema que põe em causa as opções de ordem estratégica que o cartel dos diamantes adoptou ao longo das décadas cruciais de 80 e 90: o cartel demorou propositadamente 20 anos para tomar a decisão de certificar os diamantes, de forma a que, com o reconhecimento de sua origem e trajectória, se impedisse que eles fossem usados para fins de guerra!

É evidente que isso reforça as minhas convicções sobre a evolução das conjunturas históricas, económicas e sócio-políticas, não só em Angola, como também em regiões como a África Austral e Central, alimentando o pendor crítico que forçosamente recai sobre as elites locais, regionais e globais, tendo em conta as influências do que tenho definido como o “lobby” dos minerais.

A entrada em vigor do Certificado utilizando os processos de Kimberley, se contribuiu para a ausência de tiros, não impediu contudo o aumento de rapacidade das elites e elas continuam a não dar mostras de estarem aptas a implementarem políticas extensivas, que provoquem uma alteração profunda do actual quadro de seus países e quero-me referir aqui especificamente a Angola, agora atingida pela doença crónica do neo liberalismo.

Em Angola, continua a não se actuar profundamente sobre as causas que resultam em tão mortífera situação e toda a política relativa ao âmbito eminentemente social, abrangendo a saúde, a educação, a juventude e os desportos, entre vários outros sectores de actividade, têm de ser revistas urgentemente, com base em análises responsáveis e muito críticas, factor que parece não agradar às elites, a ponto de, quando publicamente se deu a conhecer a existência do mais recente relatório anual da UNICEF, (o que incluiu uma entrevista com uma sua representante), a TPA omitir o lugar do país na escala da mortalidade…

As “novas” elites angolanas dão mostras simultaneamente de inibições em relação à memória histórica e à compreensão extensiva da evolução das conjunturas económica, social, política e psicológica, “elitizando” o conhecimento e excluindo a participação, no momento em que o fosso das desigualdades aumenta de forma drástica e propositada, com o estímulo dos grandes interesses que tutelam o modelo neo liberal de globalização e tanta influência possuem relativamente à indústria do petróleo e dos minerais, particularmente em relação aos diamantes.

Martinho Júnior

5 août, 2008

Killer jailed for life for Kingswood murder

Classé dans : Non classé — cabinda @ 20:23

evidalpuna.jpgTHE son of a diplomat was today starting a life sentence after murdering the new lover of his former beauty queen ex-girlfriend at her home in Kingswood.  A jury found Etiene Vidal Puna, 23, of Hardy Street, west Hull, guilty of stabbing 25-year-old Lucas Ramabi to death.He was also found guilty of stabbing his ex-girlfriend, Nomusa Muhlwa, during the attack at her home in Selset Way, a quiet cul-de-sac in Kingswood. The court heard Puna beat his victim unconscious before going to the kitchen and returning with a knife to stab him at least 19 times after finding the couple in bed together.Miss Muhlwa’s children, aged four and eight, were present in the house when the murder took place. He was sentenced to life in prison and ordered to serve a minimum of 17-and-a-half years.

Speaking after yesterday’s sentence was passed at Sheffield Crown Court, Miss Muhlwa said: « It has been horrific waiting for this day to come. « I can’t say I’m entirely happy with the number of years he has got, I think it should have been more. »

Miss Muhlwa arrived in the UK from Zimbabwe with her children in 2003. The former beauty queen was training to be a nurse at the University of Hull when she met Puna, who was studying for a degree in business studies, in February last year. The court heard the pair had a turbulent relationship, and that he had been served with a harassment order after the relationship ended in August.

Miss Muhlwa had met Lucas Ramabi, who arrived in the country from South Africa in 2000, while he was working as a security guard in Leeds. The court heard Puna entered the Selset Way house while the couple were sleeping upstairs.

When he found the pair in bed, he beat Mr Ramabi until he was almost unconscious, before going downstairs to the kitchen and returning with a knife. He then attacked Mr Ramabi with the knife and stabbed Miss Muhlwa through the arm as she tried to drag her boyfriend to safety.

Sentencing Puna, Judge Michael Murphy said: « You never knew your victim and he never knew you.

« Lucas Ramabi’s young and promising life has been taken away from him because of your jealousy and your malice. » Puna, the son of an Angolan diplomat, was told he will be deported if he is ever released on licence.

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