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27 septembre, 2008

Os que provàvelmente ficarão no novo Governo de Angola.

Classé dans : Non classé — cabinda @ 16:55

O Governo que o Presidente José Eduardo dos Santos nomeará nos próximos dias não deverá ser muito diferente daquele que agora chega ao fim.

À hora do fecho desta edição do Semanário Angolense, fonte oficial dava como estando assegurada a recondução dos ministros da Administração do Território, da Administração Pública Emprego e Segurança Social, dos Transportes, das Obras Públicas, do Planeamento, respectivamente, Virgílio de Fontes Pereira, António Pitra Neto, Augusto Tomás, Higino Carneiro, Ana Dias Lourenço, todos membros da lista de deputados eleitos pelo MPLA.

Os ministros da Reinserção Social, João Baptista Kussumwa, e das Relações Exteriores, João Miranda, igualmente deputados eleitos, têm como certo lugares na próxima equipa governativa.

Segundo o que apurou o SA, de entre os vice-ministros só os das Finanças, Job Graça e Severim de Morais, não tinham a situação defi nida. «Tudo dependerá do que pensar Francisco de Lemos», supostamente indigitado para substituir José Pedro de Morais neste pelouro, segundo adiantou a fonte do Semanário Angolense.

A secretaria de Estado para o Sector Empresarial Público, até aqui sob controlo do vice-ministro das Finanças Job Graça, será dirigida pela economista Idalina Valente, que já serviu no executivo como vice-ministra do Planeamento.

Adão do Nascimento, secretário de Estado do Ensino Superior, também deverá ser reconduzido. Kundi Pahiama, ministro da Defesa e deputado eleito, poderá fi car exclusivamente no Parlamento. Não há confi rmação ofi cial sobre quem seria o seu substituto.

Com os pés fora do Governo estão o ministro dos Correios e Telecomunicações, o «decano» do executivo, Licínio Tavares, e António Burity da Silva, ministro da Educação.

Entretanto e ao contrário do que se sugeriu aqui e noutras publicações, José Pedro de Morais vai para a Comissão de Mercado de Capitais, em substituição do seu actual presidente António Cruz Lima, e não para a Bolsa de Valores e derivativos, para onde eventualmente desceria Cruz Lima.

De entre os membros da oposição é quase seguro que nenhum dos actuais ministros, ou seja do Turismo e Hotelaria, Comércio, Saúde e Geologia e Minas será reconduzido. Estas pastas eram lideradas respectivamente por Eduardo Chingunji, Joaquim Icuma Muafumba, Ruben Sicato e Manuel Africano.

Fonte familiarizada com o processo de constituição do novo governo admitiu a possibilidade de a UNITA vir a ter um vice-ministro e eventualmente um ou dois embaixadores, todos indicados discricionariamente pelo Presidente da República, e não por sugestão de Isaías Samakuva.

O «galo negro» indicou também vice-ministros para o Interior, Defesa, Finanças,  agricultura, das Obras Publicas, postos que eram ocupados, respectivamente, Júnior Kavanaki, Demonsthénes Chilungutila, Arlindo Praia Sicato, Dario Catata e Armindo Kopingo. João Baptista Ngandagina do PRS, geria o sector da Ciência e Tecnologia, e Alexandra Simeão, do PLD, era um dos vice-ministros de António Burity.

Fonte:Semanário Angolense

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