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26 janvier, 2010

Líder do PND Manuel Monteiro lamenta silêncio sobre Cabinda no parlamento português

Classé dans : Non classé — cabinda @ 19:30

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Lisboa – Manuel Monteiro considera as «represálias contra quem pensa de forma em diferente» em Cabinda é uma atitude que «deve merecer inequívoca condenação das autoridades portuguesas».
Através de um correio electrónico pessoal dirigido à imprensa o presidente do Partido Nova Democracia (PND), Manuel Monteiro, defende que a prisão do padre Raul Tati, ex-vigário geral de Cabinda, é um «profundo equívoco ou uma demonstração de força desajustada, perante um homem cuja acção se tem pautado pela defesa dos direitos humanos.»Manuel Monteiro considera também que aproveitar «um acto condenável, como aquele que vitimou cidadãos da selecção de futebol da República do Togo, para exercer represálias contra quem pensa de forma diferente, e nenhuma ligação tem com esse acto, é uma atitude que deve merecer inequívoca condenação das autoridades portuguesas» e sublinha que «pretender silenciar, ou até eliminar, quem exerce direitos consagrados na Carta das Nações Unidas é um exercício de desrespeito total pelos valores da liberdade de expressão».«Nenhum Estado por muito forte e poderoso que se considere pode atentar contra as mais elementares regras das normas internacionais, se quiser ganhar o respeito dos Povos e a consideração das gerações vindouras» escreveu o líder do PND. «Diante esta arbitrária prisão estranho que nenhum partido político português, com representação parlamentar, tenha até ao momento tomado uma posição pública de condenação. As amplas ligações económicas e financeiras entre Portugal e Angola, não podem ser álibi, sequer justificação, para que nada seja dito, para que nada seja perguntado», sublinha.

Segundo Manuel Mateiro no plano das relações internacionais «reina o primado do cinismo» e as «considerações de justo ou injusto dependem das épocas, das circunstâncias e até dos interesses materiais, mas há limites que não podem ser ultrapassados. Portugal deve pedir a imediata libertação do Padre Raul Tati. E deve fazê-lo em nome daquilo que diz defender e acreditar interna e externamente: o Direito à diferença» concluiu.

Fonte: PNN / Ibinda.com

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