18 avril, 2010

Procuradoria-geral da República divulga lista de países para onde o dinheiro desviado está alojado.

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 11:20

desviodedinheiro.jpgSegundo o jornal de Angola desta sexta feira, 27 pessoas estão detidas, dos quais 18 são funcionários do Ministério das Finanças, do BNA e da Classe Empresarial envolvidos na transferência ilegal de mais de 137 milhões de dólares.

Segundo o magistrado foram identificadas contas domiciliadas em Portugal, Alemanha, China, Emiratos Árabes Unidos, particularmente para Dubai, Áustria, Suiça, Ilhas Caimão, Estados Unidos da América e outros países,

O Procurador Geral da República, João Maria de Sousa, citado pelo Jornal de Angola, disse que esta rede está relacionada com a transacção financeira ilegal com o exterior, foi detida, após denuncias de populares, uma das peças básicas do processo, Francisco Gomes Mangumbala, funcionário do BNA que desempenhava as funções de arquivista do Departamento de gestão de reservas.

Hugo Ramon Castro

Libertados Cabindas Detidos Sem Culpa Formada

Classé dans : Non classé — cabinda @ 7:06

Em Cabinda, após uma semana de detenção e de interrogatórios, as autoridades acabaram por libertar cinco acusados de crimes contra a segurança do Estado. Apenas um dos detidos ficou retido. O nosso correspondente em Cabinda José Manuel, falou com o advogado de defesa e com um dos libertados.

Clique aqui par ouvir o correspondente da VOA em Cabinda José Manuel

Fonte: VOA

16 avril, 2010

Angola: Human Rights Watch aponta as disparidades entre a riqueza e a pobreza

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 9:55

A Organização Human Rights Watch indicou, que o governo angolano não tem feito esforços suficientes para lutar contra a persistente corrupção e má gestão que afecta o país.A Human Rights Watch publicou esta Terça-feira um relatório sobre o petróleo e a pobreza em Angola, e diz que apesar do país ser o maior produtor de petróleo na África Subsaariana, milhões de angolanos continuam com o acesso limitado aos serviços básicos e sociais.

Já em 2004, a Human Rights Watch tinha igualmente reportado que bilhões de dólares provenientes dos lucros de petróleo tinham sido transferidos para o Banco Central de Angola, e desaparecidos até hoje, sem que houvesse uma explicação.

No relatório deste ano, diz-se que as autoridades angolanas tem anunciado algumas medidas de combate a corrupção, mas que sem efeitos práticos.

Nelson Herbert entrevistou Jean Marie Fardeau da Human Rights Watch…

Clique aqui para ouvir o informe

Fonte: VOA

15 avril, 2010

Cabinda: «Estamos a viver uma caça ao homem»

Classé dans : Politique — cabinda @ 22:18
Cabinda: «Estamos a viver uma caça ao homem» dans Politique pixel

Cabinda – José Marcos Mavungo, activista dos direitos humanos em Cabinda, afirma que o enclave estava a viver «uma verdadeira caça ao homem» contra todos os activistas da extinta Mpalabanda.

 

Segundo o mesmo activista no domingo, 11 de Abril, foi testemunhado na cidade de Cabinda «um forte aparato policial apoiado por helicópteros que sobrevoavam a cidade». José Marcos Mavungo afirma que começou «uma verdadeira caça ao homem» e todos aqueles que circulavam com camisolas com as fotografias do padre Raul Tati, do advogado Francisco Luemba, Belchior Lanzo Tati, Barnabe Paca Pezo, Andre Zeferino Puati e José Benjamin Fuca foram conduzidos para as celas da Divisão da Policia de Investigação Criminal em Cabinda, sob a acusação de estarem ao «serviço de uma propaganda hostil».

Marcos Mavungo garante que além do activista António Paca Pemba Panzo foram também detidos Bernardo Puati Tina, 34 anos, António Pucuta Casimiro, 32 anos e Jose Massiala, 28 anos, todos ligados à ex Maplabanda. O mesmo activista dos direitos humanos afirma que cerca de uma dezena de cidadãos não identificados foram igualmente detidos. «As detenções atingiram um verdadeiro flagelo. Tudo deixa crer que as celas da DPIC – Cabinda vão receber mais detidos, sobretudo, personalidades ligadas a extinta Mpalabanda» afirma Marcos Mavungo.

Numa nota informativa difundida à imprensa o mesmo activista dos direitos humanos lembra que António Paca Pemba Panzo é economista e funcionário da petrolífera americana Chevron, foi detido às 05h00 de domingo, 11 de Abril, por 15 elementos DPIC-Cabinda na sua residência no bairro «Quatro de Fevereiro» na cidade de Cabinda.

Marcos Mavungo adianta também que no momento da detenção as forças policiais apresentaram um «Mandado de Busca» que lhes permitia de apreender «material de propaganda hóstil (camisolas)». Depois da residência revistada a DPCI apreendeu apenas cópias de «informações retiradas de sites da internet». Segundo a esposa de Paca Panzo, Antónia da Conceição Yele, que assistiu a busca, «nenhuma camisola foi encontrada e os supostos documentos apreendidos são artigos de informação e de opinião sobre a actual situação em Cabinda».

Paca Panzo é activista da extinta Mpalabanda – Associação Cívica de Cabinda à qual aderiu desde a sua criação, 2003, e participou na elaboração de todos os relatórios da Mpalabanda sobre as violações dos Direitos Humanos em Cabinda. Paca Panzo destaca-se também em Cabinda como um dos activistas que sempre se opôs ao Memorando de Entendimento assinado pela equipa de António Bento Bembe.

A 4 de Abril, foi detido o advogado Félix Sumbo, funcionário da Chevron, quando regressava de uma visita privada em Ponta Negra, República do Congo. Félix Sumbo foi acusado de ter nas suas bagagens uma das camisolas proibidas que apela à libertação Raul Tati, Francisco Luemba e Belchior Lanzo Tati, entre outros. Por posse da polémica camisola Félix Sumbo foi acusado de «Crimes contra a Segurança de Estado».

Félix Sumbo fez parte também do «Grupo de Intelectuais de Cabinda» que, em Setembro de 2006, escreveram uma carta ao Presidente Eduardo dos Santos onde denunciavam a ilegitimidade de António Bento Bembe quando assinou «sozinho», em nome do Fórum Cabindês para o Diálogo (FCD), o Processo de Paz do Namibe.

Raul Tati, 46 anos, Francisco Luemba, 53 anos, Belchior Lanso Tati, 50 anos, e José Benjamim Fuça, 60 anos, foram detidos «no âmbitos das acções policiais referentes a determinar o acto de banditismo e terrorismo contra a selecção Togolesa a 08 de Janeiro de 2010», escreve documento da Procuradoria-Geral República em Cabinda, datado de 11 de Março. O mesmo documento indica que foram detidos de 13 a 17 de Janeiro quando foram efectuadas revistas que resultaram na apreensão de «documentos e panfletos da FLEC».

No entanto os detidos estavam a trabalhar num processo de diálogo alargado que visava o fim definitivo do conflito em Cabinda, uma acção que colateralmente poderia por em causa a iniciativa de António Bento Bembe, actual secretário de estado para os Direitos Humanos, já considerada por Luanda como um fiasco.

Marcos Mavungo denunciou também que a 29 de Março, Lúcia Ichumbu Lubalo, 75 anos de idade, foi violada por elementos das Forças Armadas Angolanas, FAA, quando saía da sua lavra, acabando por morrer a 31 de Março no Hospital Central de Cabinda. «A situação é mais crítica no Maiombe, onde os aldeões são proibidos de irem às lavras, intensificaram as buscas nas casas e o confisco de armas de caça, para além das detenções arbitrárias, assassinatos de pacatos cidadãos, escravidão sexual e outras interdições», afirma o activista.

Fontes no interior do enclave confirmam «um reforço significativo dos efectivos da Força Armadas Angolanas, FAA», especialmente nas matas de Massabi e Chivovo.

Cerca de 175 elementos do comando especial anti-guerrilha, das FAA, efectuaram um extenso patrulhamento desde Buco Zau, via Chibeti, até às matas de Inhuca junto a Sáfica, confirmou testemunha. A 08 de Abril um comando das FAA, estacionado na aldeia de Seki Banza, Miconje, investiu contra militares congoleses na aldeia de Mukondo, comuna de Kimongo, Republica do Congo, que acusavam de estarem a proteger combatentes da FLEC/FAC, afirmam testemunhas locais.

(c) PNN Portuguese News Network

Les dessous du voyage annulé de M. Sassou à Pointe-Noire

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 15:55

L’annulation du voyage officiel que le Président Denis Sassou Nguesso devait effectuer à Pointe-Noire ne cesse jusqu’ici d’alimenter la chronique. Tout le monde en parle de Mpila jusqu’à la frontière de Tchiamba-Nzassi où les mesures de sécurité avaient été renforcées pour éviter des étincelles dans l’air.

Pourquoi le voyage du Président Denis Sassou Nguesso programmé depuis plus de trois semaines pouvait-il être subitement annulé ?

Ici et là, ont fusé des commentaires et des avis de plus en plus farfelus et ubuesques. Que pouvait cacher l’annulation du voyage du Président Denis Sassou Nguesso qui devait être  accompagné de son hôte de marque à Pointe-Noire ? Un deuxième scoop médiatique des FLEC ? Un coup de mains des jeunes incontrôlés de Mvoumvou ou du quartier MBota? Fausse note dans la sécurité ? Défaillance de la centrale à gaz ?

L’Emir du Qatar n’a pas osé fermer un seul oeil au Congo

Comme à l’accoutumée, tout avait été prévu et préparé d’avance.

A Brazzaville, des centaines d’éléments armés jusqu’aux dents et relevant de la direction générale de la sécurité présidentielle, Direction générale de surveillance du territoire, direction générale de la police nationale, direction  des renseignements généraux, directions des renseignements militaires, direction de la documentation présidentielle, du conseil national de sécurité avaient déjà précipitamment perçu des primes et des gros perdiems pour sécuriser la ville de Pointe-Noire, déjà sous contrôle, plusieurs jours avant l’arrivée de M. Sassou et son hôte de marque.

De leur côté, les grouillants agents du protocole national, habitués au «Matalana», à la fanfaronnade et aux fantaisies, s’affichaient à l’envi dans certains resto et VIP chauds de Ndji-Ndji sur mer où, des drapeaux et calicots aux couleurs du Congo et du Qatar, flottaient.

Deux jours avant, quelques groupes d’animations et plusieurs associations politiques s’étaient impliqués en mobilisant leurs «protégés» en vue de réserver comme au temps du mono un accueil délirant et enthousiaste à M.Sassou et  au Souverain Qatari, en séjour officiel  au Congo.

L’hospitalité congolaise tant vantée n’a pas eu raison de son calendrier «très chargé» à en croire quelques uns de ses « sujets».

A la grande surprise générale et à l’étonnement de tous, les choses ayant bougé du côté des services de renseignements et des professionnels du protocole, le séjour du Souverain Qatari n’aura été finalement qu’une affaire d’heures : il n’a pas passé une seule nuit à Brazzaville, ni à Pointe-Noire. Tous les dossiers et accords économiques ou commerciaux entre nos deux pays ont été signés presque à la va-vite et expédiés en moins de 3 heures.

Peu avant 23 heures 45, le Souverain Qatari a repris son avion pour repartir. L’hospitalité congolaise tant vantée n’a pas eu raison de son calendrier «très chargé» à en croire quelques-uns de ses «sujets» et quelques indiscrétions qui ont été véhiculées par certaines personnes qui avaient en charge le séjour du Souverain Qatari au Congo. Qui ne sait pas que dans notre pays même les personnalités qui sont tenues d’observer le droit de réserve, finissent toujours à un moment ou un autre pour paraître dans leurs milieux par lâcher certains secrets d’Etat ? Une sale habitude.

Tous ceux qui s’étaient rendus en masse à Pointe-Noire, sont revenus à Brazzaville, les poches pleines de billets de banque et les sourires aux lèvres.  La mission n’a plus eu lieu, mais l’argent avait déjà été décaissé : Bonus !

Qu’est-ce qui a justifié ce changement brutal et inattendu,  qui a vraiment bouleversé à la surprise de tout le monde le programme du séjour officiel du Souverain ? Se serait-il senti en insécurité au Congo et notamment dans nos hôtels de Brazzaville où rodent très souvent certains barbouzes, agents doubles, marchands de la mort ? Qui sait ?

Tous les dossiers et accords entre nos deux pays ont été signés et expédiés en moins de 3 heures du temps Aurait-il été étonné d’atterrir à Brazzaville, la capitale d’un pays producteur de pétrole depuis bien des années, mais qui présente encore l’image d’un village ou d’une ville archaïque, sans échangeurs et périphériques routiers ? Aurait-il eu peur de passer la nuit dans une ville très mal éclairée et où la misère sociale et la  pauvreté ambiante se côtoient, une ville où les rues et les avenues très sales et très étroites, etc., font bon ménage ?

Aurait-il eu également peur des indépendantistes Cabindais du FLEC qui ne s’avouent pas encore vaincus, battus et neutralisés ?

La proximité de la province angolaise du Cabinda avec la ville de Pointe-Noire n’aura-t-elle pas poussé les services de Sécurité et du Protocole du Souverain Qatari à écourter tout simplement son séjour au Congo?  Qui sait ?

Dit-on que les derniers rapports sécuritaires avaient, semble-t-il, souligné et pressenti «ce risque permanent» ?

Les services spécialisés en la matière auraient-ils émis quelques «réserves» quant à l’arrivée et surtout au séjour du Président Sassou et de son hôte à Ponton sur mer où certains colonels sont encore en prison pour un dossier puant l’odeur des indépendantistes du FLEC ?

A en croire, un colonel de la Garde Présidentielle qui a requis l’anonymat, le Souverain Qatari a écourté son séjour et quitté le Congo après l’annonce du décès brutal de son cousin survenu au cours d’un crash aérien  (…). Rien. Absolument rien ne semble rassurant pour convaincre les plus sceptiques.

Voilà autant de questions non résolues et de non-dits qui ont compliqué la tâche des uns et des autres. L’Emir du Qatar a mis tous les Congolais dans le suspens en quittant presque à la sauvette  notre pays. Qui dit mieux ?

Pour tenter de lever une partie du voile et surtout éclairer tant soit peu la lanterne des lecteurs, la rédaction de «Talassa», très fouineuse à son habitude, tente ici de circonscrire et de plancher sur les raisons officielles ou officieuses qui ont conduit à l’annulation brutale du séjour de M.  Sassou au bord de l’océan, à Pointe-Noire, une ville assez curieuse avec ses non-dits, secrets et mystères (…).

L’insécurité à Pointe-Noire et ses alluvions…

Depuis quelques mois, la ville de Pointe-Noire connaît un climat d’insécurité assez inhabituel et particulier pendant que la prostitution, le crime organisé, les incarcérations politiques où liées aux affaires de magouille, de détournement de deniers publics et de fraude laissent indifférents et insensibles  tous les policiers et gendarmes réunis.

En effet, ici et là, de jour comme de nuit, des cas de braquage et de grand banditisme sont perpétrés par quelques inciviques qui errent encore dans la nature. Protéger certainement par les officiers supérieurs nés dans les maternités des villages qui veulent mourrir aux affaires.

Et, dans certains points chauds de la ville, la présence très remarquée des policiers et des gendarmes ne décourage nullement les criminels impénitents qui écument les foyers criminogènes.

5L’arrestation de la Veuve Thystère Tchicaya et ses répercussions

L’arrestation de la veuve Thystère Tchicaya pour des raisons pas trop claires a été vite épinglée par certains observateurs qui craignent que cette dame «de fer» avec toutes ces  associations de tout genre ?

Aussi, le courage et chauvinisme débordants des centaines de jeunes, membres de ses associations, ont fait planer des doutes dans la mémoire de ceux qui craignent de revivre les scenarii insolites et très dramatiques des fameux «Enfants de Mvoumvou».

Sur le plan strictement religieux, à Pointe-Noire, les deux tendances antagonistes de l’Eglise Kimbanguiste pouvaient profiter du séjour du Président Sassou Nguesso pour se rivaliser en live, se neutraliser dans le but de réveiller certains démons.

L’arrestation arbitraire du colonel Cosmas Nzaou et Cie, en catimini,  pouvait  bien remuer le couteau dans la plaie….

Il n’est un secret pour personne, qu’après l’attentat du 8 janvier 2010 contre le bus transportant les footballeurs togolais, quelques cadres administratifs ou/et militaires  jetés à la Maison d’arrêt de Pointe-Noire, après avoir passé du tremps  à la DDST.           Au nombre des Vilis se trouve le colonel  Cosmas Nzaou qui, jusqu’ici, attend impatiemment une quelconque suite à son triste sort. Certains Vilis attendaient impatiemment M. Sassou.

L’agitation sociale ou de trouble à l’ordre public était paisible à Pointe-Noire ou ses environs immédiats à l’arrivée ou pendant le séjour de M. Denis Sassou Nguesso et son hôte dans la  ville océane.

Le Président de la République et son hôte Qatari n’ayant pas effectué le voyage de Pointe-Noire, comme prévu, le ministre en charge de l’Energie et de l’Hydraulique, M. Bruno Jean-Richard Itoua qui a effectué quand même le déplacement de Pointe-Noire pour l’inauguration de la nouvelle centrale de production d’électricité.

Cette centrale ultra moderne est appelée à réduire le nombre de délestages sauvages pratiqués parla SNE, qui compliquent la vie des milliers de Ponténégrins, plongés dans l’obscurité.

Ghys Fortuné DOMBE BEMBA

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