26 juin, 2010

TRIBUNAL DE CABINDA CONDENA ACTIVISTA A TRÊS ANOS DE CADEIA

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 11:09

O Tribunal Provincial de Cabinda condenou esta quinta-feira, o activista André Zeferino Buate à pena de três anos de prisão maior e uma taxa de emolumentos no valor de 40 mil kwanzas. O réu é acusado de crimes contra a segurança do estado, pelo facto de ter sido encontrado com notícias sobre Cabinda retiradas da Internet e um livro do jurista Francisco Luemba.

A sentença foi lida pelo Juiz da causa, Félix Germano Guerra Ngongo, que sustentou a acusação do Ministério Público, de ter cometido o crime de autoria material e de outros actos contra a Segurança do Estado.

Como matéria de facto achados provados pelo tribunal, constam um arquivo pessoal de notícias retiradas da Internet e o livro do jurista Francisco Luemba.

“Considerando o réu, André Zeferino Buate, autor material de um crime e de outros actos contra a segurança interna do Estado, previsto e punível no artº 26, da Lei nº7/78 de 26 de Maio”.

Segundo o Juiz, a pena ser ainda maior. Para a decisão pesaram a favor do preso as atenuantes de ausência de antecedentes criminais, confissão do crime e por ter agregado familiar, previstos no artigo 39 do Código Penal.

O advogado de defesa considerou a sentença de uma verdadeira “aberração”, por isso vai recorrer ao Tribunal Supremo.

“O passo a seguir é o recurso, directamente ao Tribunal Constitucional, para poder arguir a inconstitucionalidade da mesma lei de crimes contra a segurança do estado” – disse Arão Tempo.

O jurista acrescentou que o Ministério Publico não conseguiu provar as acusações que pesam sobre o seu cliente.

“É uma aberração o acórdão produzido no Tribunal Provincial de Cabinda, porque em principio os documentos não foram encontrados na rua, nem o réu fazendo propagandas, mas simplesmente serviam do seu arquivo” – referiu o advogado.

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Commentaire / comentário 

Il y a de quoi être stupéfait d’entendre certaines personnes affirmer que, en Angola, nouveau membre de la Commission des droits de l’Homme des Nations Unies, les libertés d’information et de pensée consignées dans la Déclaration Universelle des droits de l’homme et nombreuses autres conventions internationales y relativaes ainsi que dans la propre constitution du pays, sont bien respectées par les autorités « démocratiquement élues ».

Com isso há do que ser aturdido em ouvir pessoas afirmar que, em Angola,  novo membro da Comissão dos direitos humanos das Nações Unidas, as  liberdades de informação e pensamento consignadas na Declaração universal dos direitos humanos e outras convenções internacionais relacionadas, tanto como na própria constituição do país, essas liberdades estão sendo bem respeitadas pelas autoridades « democràticamente eleitas ». 

«Angola deve retirar acusações contra activistas de Cabinda», diz a HRW

Classé dans : Politique — cabinda @ 10:33

A Human Rights Watch defendeu hoje, em comunicado, que o governo de Angola “deve retirar as acusações criminais” contra activistas cívicos de Cabinda por alegados crimes contra a segurança de Estado.“O governo de Angola deve concentrar-se nos responsáveis pelo ataque de 8 de Janeiro, em vez de acusar os seus críticos ao abrigo de leis abusivas de segurança do Estado”, afirmou Rona Peligal, directora interina da divisão de África da Human Rights Watch.“O resultado deste julgamento vai revelar se a liberdade de expressão e de reunião pacífica está efetivamente protegida em Angola”, acrescentou.

Recorde-se que deveria ter começado hoje, na colónia angolana de Cabinda, o julgamento do padre Raul Tati, do advogado Francisco Luemba, do economista Belchior Tati e do engenheiro Barnabé Paca, detidos desde Janeiro. Foi adiado para 12 de Julho (ver notícia anterior).

Na semana passada, André Zeferino Puati, antigo funcionário da petrolífera norte-americana Chevron, foi condenado a três anos de prisão efectiva, depois de detido cinco meses, também acusado de crime contra a segurança de Estado.

A detenção destes activistas ocorreu na sequência de um ataque armado contra a escolta angolana que fazia segurança à selecção de futebol do Togo, em Janeiro deste ano, na colónia de Cabinda, onde ia disputar o Campeonato Africano das Nações de futebol.

Do ataque resultou a morte de duas pessoas tendo pelo facto as autoridades angolanas detido vários supostos suspeitos de envolvimento.

Fonte: Noticiaslusofonas

Comentário de Orlando Castro , Porto – Portugal.

Colónia angolana de Cabinda

A Human Rights Watch defendeu hoje, em comunicado, que o governo de Angola “deve retirar as acusações criminais” contra activistas cívicos de Cabinda por alegados crimes contra a segurança de Estado. “O governo de Angola deve concentrar-se nos responsáveis pelo ataque de 8 de Janeiro, em vez de acusar os seus críticos ao abrigo de leis abusivas de segurança do Estado”, afirmou Rona Peligal, directora interina da divisão de África da Human Rights Watch.“O resultado deste julgamento vai revelar se a liberdade de expressão e de reunião pacífica está efectivamente protegida em Angola”, acrescentou.Recorde-se que como referiram alguns, poucos, muito poucos, quase nenhuns, meios de comunicação social de Portugal, o padre Jorge Casimiro Congo foi ao Parlamento Europeu (Bruxelas), a convite da eurodeputada socialista Ana Gomes, partir a loiça sobre Cabinda.Dizendo o que aprendeu com o falecido bispo do Porto, D. António (“diante de Deus, de joelhos; diante dos homens, de pé”) o padre Jorge Casimiro Congo lamentou a posição do Governo português de condenar apenas o que classificou como um ataque terrorista durante a Taça das nações Africanas (CAN), afirmando que “Portugal é o último a …

12 juin, 2010

LE « RÉSEAU BASSIN DU CONGO-OCÉAN » EXIGE LA LIBERATION PAR L’ANGOLA DES ACTIVISTES CABINDAIS.

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 22:29

Le président de l’ONG La « Voix des sans-voix » a été retrouvé mort dans sa voiture, près de Kinshasa. Son chauffeur, également membre de l’organisation, a disparu, selon la police. Mais plusieurs ONG de défense des droits de l’homme remettent la version officielle en cause et dénoncent un « assassinat ignoble ». 

LE « RÉSEAU BASSIN DU CONGO-OCÉAN » EXIGE LA LIBERATION PAR L’ANGOLA DES ACTIVISTES CABINDAIS. dans Politique floribert-chebaya-le-7-avr-2005-a-bruxelles
Floribert Chebeya, le 7 avril 2005 à Bruxelles.
 


QUI A TUÉ FLORIBERT CHEBAYA ?

Depuis mardi soir, ses proches étaient inquiets. Floribert Chebeya, le président de l’organisation La « Voix des sans-voix (VSV) » a finalement été retrouvé mort mercredi, près de Kinshasa.

Son corps était « sans vie, allongé sur le siège arrière de (sa) voiture, apparemment sans trace visible de violence », d’après le général Jean de Dieu Oleko, inspecteur provincial de la police pour la ville de Kinshasa. Le véhicule était stationné à la sortie de Kinshasa, en direction de la province du Bas-Congo (Sud-Ouest). Le chauffeur du véhicule, qui était aussi membre de cette organisation de défense des droits de l’homme, n’a en revanche pas été retrouvé « jusque-là » a indiqué le policier. Depuis la veille au soir, Floribert Chebeya n’avait plus donné de nouvelles.

Les ONG congolaises de défense de droits de l’Homme ont aussitôt enquêté de leur côté et leur version diffère notablement de celle de la police. Dans un communiqué publié jeudi, elles ont dénoncé  un « assassinat ignoble » et réclamé une enquête « impartiale » aux autorités de la « RDC ». Selon ce collectif d’une dizaine d’ONG locales, des « témoignages » ont indiqué que Floribert Chebeya a été « retrouvé tôt (mercredi) matin sur la banquette arrière (de son) véhicule, les mains menottées derrière le dos, le pantalon et le sous-vêtement rabaissés sur les genoux ».

Le chauffeur qui accompagnait M. Chebeya aurait également été retrouvé mort jeudi matin à un autre endroit de Kinshasa, d’après ces ONG. Interrogée par l’AFP, la police n’a pas confirmé cette information.

MYSTÉRIEUX RENDEZ-VOUS AVEC L’INSPECTION GÉNÉRALE DE LA POLICE.

La « VSV » s’était inquiétée de la « disparition » de Floribert Chebaya dans un communiqué, publié mercredi. L’organisation indiquait que son président avait été convoqué « à un rendez-vous sollicité auprès de l’inspecteur général de la police nationale congolaise [le général John Numbi] » lors d’un appel téléphonique, dans la matinée de mardi.

Floribert Chebaya s’y était rendu avec son chauffeur mais il n’avait pas pu rencontrer l’inspecteur général, à en croire un « SMS » envoyé à son épouse. Il disait alors se diriger vers l’Université pédagogique nationale. Dès 21 h 15, Floribert Chebeya n’a plus répondu aux appels sur son téléphone portable et celui de son chauffeur était éteint.

Le président de la « VSV » avait envoyé un courrier demandant à l’inspection son « intervention pour l’humanisation des conditions carcérales ». Le 28 mai 2010, un certain « monsieur Michel », se réclamant de « l’inspection générale de la police » s’était rendu à la « VSV » pour remettre un accusé de réception du courrier, d’après l’organisation.

À la suite de la double disparition, l’ONG a contacté « M. Michel » pour avoir des précisions sur le rendez-vous entre l’inspection générale et son président. L’interlocuteur « ne reconnaissait pas avoir appelé ce dernier mardi et n’était pas au courant de ce rendez-vous », précise le communiqué de la « Voix des sans-voix ».

« CE N’ÉTAIT PAS UN POLÉMISTE »

Floribert Chebeya était une figure de la société civile, consultée par les « Nations unies », et luttant sur les terrains les plus sensibles depuis la fin des années 1980.

Floribert Chebeya, 47 ans, père de trois enfants, était à la tête de l’une des toutes premières ONG de protection des droits de l’homme du pays. À la fin des années 1980, avec un ami, l’ancien étudiant de l’Institut supérieur de commerce de Kinshasa crée la « VSV ». À l’époque, les droits de l’homme sont l’affaire du seul Mouvement populaire de la révolution, le parti unique. La « VSV » défend sa cause, les prisonniers politiques, dans la clandestinité. Avec les années 1990 vient le multipartisme. L’association commence à travailler au grand jour. Floribert Chebeya abandonne son emploi de comptable pour s’y consacrer à plein temps. Depuis, il multipliait les enquêtes et les plaidoyers sur les sujets sensibles : suppression de la Cour d’ordre militaire (tribunal d’exception) instituée par Laurent-Désiré Kabila, procès équitable pour les assassins présumés de ce dernier, prise en compte de la société civile lors de négociations de paix, lutte contre les fraudes électorales, les arrestations arbitraires… Sa réputation dépassait les frontières congolaises. « Ce n’était pas un polémiste, mais un type humble, réservé, d’une intelligence vive, doté du sens de la nuance », témoigne un diplomate. Mi-mai, il figurait parmi les trois représentants d’ONG entendus par le Conseil de sécurité des « Nations unies » en visite à Kinshasa.

NOTE :

Floribert Chebeya n’a pas écouté son ami Dismas Kitenge, président de « Lotus », un groupe de défense des droits de l’homme. « Je lui ai conseillé plusieurs fois de quitter le pays, pour se protéger. Mais il refusait, disait que c’était lâche. » Le 2 juin 2010, à l’aube, le cadavre du directeur exécutif de la « Voix des sans-voix (VSV) » a été découvert sur la banquette arrière de sa petite Mazda grise, dans le quartier Mitendi, à Kinshasa. Le lendemain, son épouse identifiait son corps à la morgue de l’hôpital général. Selon un témoignage, il ne portait pas de traces de violences, sinon une plaie au-dessus d’un œil. Le cou était en revanche gonflé, le nez et les oreilles ensanglantés.

Le 1er juin 2010, en fin d’après-midi, Floribert Chebeya s’est rendu à l’« Inspection générale de la police », où il était convoqué. Et son épouse n’a plus eu de nouvelles. Le lendemain, un communiqué signé par l’inspecteur provincial de la police de Kinshasa, le général Oleko, expliquait que les agents de la sécurité avaient « découvert le cadavre d’un homme sans aucune trace visible de violences, dont la tirette du pantalon était ouverte et à côté duquel se trouvaient deux préservatifs déjà utilisés (…), une boîte de stimulants Da Vigra (…), deux ongles artificiels et quelques mèches pour dames. » Les défenseurs des droits de l’homme payant actuellement un lourd tribut en + RD Congo +, l’entourage du défunt ne croit pas à un meurtre crapuleux ».

Lire, aussi, dans la même rubrique, les articles suivants :

>>  L’ENQUÊTE AVANCE DANS L’AFFAIRE CHEBEYA ?

>>  LE « RÉSEAU BASSIN DU CONGO-OCÉAN » EXIGE LA LIBERATION PAR L’ANGOLA DES ACTIVISTES CABINDAIS.

Source: Afrique Dossier / Réseau Nerrati Press

7 juin, 2010

Activista Angolano Intervém na Assembleia-Geral da Chevron

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 18:03

derramepetroleo.jpgO activista angolano Elias Isac entrou na assembleia-geral da Chevron e acusou o director-geral, John Watson, de mentir sobre o empenho da empresa na defesa do meio ambiente nos países onde opera. Isac integrava um grupo de activistas que tentaram participar na assembleia-geral daquela petrolífera a decorrer no Texas. A maioria não logrou entrar, mas Elias Isac conseguiu… E apresentou as suas queixas sobre o impacto dos derrames de petróleo na actividade piscatória em Cabinda. Relata o sucedido ah VOA numa entrevista com Luís Costa Ribas.

E do Texas vamos para Cabinda, onde o nosso correspondente José Manuel foi ouvir com os pescadores locais. A redução do pescado e a degradação do meio ambiente são duas constantes relatadas em primeira mão pelos pescadores cabindenses.

A VOA procurou obter uma reacção oficial por parte  da petrolífera Chevron. Mas, tanto em Cabinda como em Luanda, os responsáveis pelas relações públicas da Chevron recusaram pronunciar-se sobre as acusações que são publicamente feitas aquela empresa. Escute: José Manuel MP3

fonte: Voz da América

O padre católico Raul Tati e o advogado Francisco Luemba, vão ser julgados no próximo dia 23 de Junho.

Classé dans : Non classé — cabinda @ 17:40

Segundo um informe dado pela Voz da América, o padre católico Raul Tati e o advogado Francisco Luemba, conhecidos activistas em Cabinda, vão ser julgados no próximo dia 23 de Junho. Oiça a noticia -> MP3

Fonte: VoA

Manifestação frente ao Consulado de Angola em Lisboa, ontem, dia de África, apelando à garantia do respeito pelos direitos humanos da parte do Governo de Angola

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 17:28

manifestaaodhportugal.jpgEsta manifestação promovida  pela secção portuguesa da Amnistia Internacional teve lugar no dia 26 de Mayo ùltimo, dia de África. A concentração durou três horas, 17-20:00. Foram exibidos vários cartazes com apelos ao respeito pelos direitos humanos que vêm sendo violados em Angola com absoluta impunidade. Os desalojamentos forçados, a perseguição de defensores dos direitos humanos e os impedimentos ao livre exercício de manifestação e de opinião foram os temas em que os dísticos dos cartazes se concentraram.

Estiveram presentes cerca de 50 pessoas frente ao Consulado de Angola. Activistas da Amnistia Internacional, incluindo o seu Director, algumas e alguns angolanos residentes em Portugal estiveram presentes. Activistas de ONGs internacionais parceiras das organizações angolanas de defesa dos direitos humanos – Christian Aid e Human Rigths Watch também estiveram presentes. Activistas angolanos da AJPD, Fernando Macedo e da  SOS Habitat Luiz Araújo, estiveram presentes e foram entrevistados por vários órgãos de comunicação.

Activistas da Associação Tratado de Simulambuco fizeram-se presentes com camisolas vestidas onde se encontravam estampadas as fotografias dos activistas defensores dos direitos humanos que estão presos em Cabinda

Expus uma camisola e um cartaz onde estavam estampados apelos ao fim dos desalojamentos forçados e à justiça que tem sido falha às dezenas de milhares de vitimas de desalojamentos forçados, assim como uma exigência ao Estado da garantia de segurança para poder voltar a casa, em Luanda. Estou refugiado em Portugal na sequência dum atentado contra minha vida que estava a ser implementado em Julho-Agosto de 2009, depois de ter denunciado a demolição dos bairros Iraque e Bagdade, em Luanda. A terra onde se situavam esses dois bairros, conforme resposta a uma pergunta que fiz ao Vice Governador de Luanda, Bento Soito, num debate em que participamos na rádio Eclesia, foi entregue a um privado que não quis nomear. Quem será? É secreta essa decisão administrativa? Então o público não tem o direito de conhecer esse tipo de processo administrativo?

Milhares de angolanas e angolanos vivem em Lisboa no entanto poucos foram os que apareceram. A adesão de portuguesas e portugueses solidários também foi escassa. Considero que estamos num momento de crise da solidariedade activa porque quando falo com portugueses sobre as violações dos direitos humanos em Angola a maioria manifesta ter conhecimento desses factos e um sentimento de indignação mas, no entanto, não comparece nesses actos.

A concentração foi coberta e documentada pela RDP, RTP, pela Voz da Alemanha e pelo jornal o Público. A partir de uma das janelas do Consulado de Angola um operador de câmera de filmar registou o acto durante todo o tempo.

Nenhuma entidade da representação diplomática de Angola se dirigiu aos manifestantes e poderia tê-lo feito com a certeza de que seria tratado com o maior respeito.

A Policia de Segurança Publica esteve presente garantindo a ordem o que aqui agradecemos e apontamos como exemplo a ser seguido pela Policia Nacional de Angola.

Fonte : SOS HABITAT – ACÇÃO SOLIDÁRIA

Falleció el almirante Rosa Coutinho

Classé dans : Politique — cabinda @ 17:09

rosacoutinho1984.jpgrosacoutinho2010.jpgAntonio Alva da Rosa Coutinho, conocido en su día como “El almirante rojo” falleció el día 2 de junio ultimo.
Fue un elemento fundamental de la Armada portuguesa en el Movimiento de las Fuerzas Armadas (MFA) que derrocó al regime del Estado Nuevo instituido por Salazar. Perteneció a la Junta de Salvación Nacional, al Consejo de la Revolución y fue presidente de la Junta Gubernativa de Angola antes de su independencia e el inicio de la guerra civil en este pais.
Su cuerpo fue incinerado el día 3 de junio en Lisboa.

Antonio Alva Rosa Coutinho, connu en son temps comme « l’amiral rouge » est décédé le 2 juin dernier. Il fut un élément important du mouvement des forces armées portugaises (MFA) à l’origine de la chute du régime de l’Estado Novo institué par Salazar. Il fut membre de la Junte de Salut National, du Conseil de la Révolution et Président de la Junte de gouvernement de l’Angola avant son indépendance et le début de la Guerre civile dans ce pays.

Son corps a été incinéré le 3 juin à Lisbonne.

Morreu Rosa Coutinho o traidor (clique aqui

Morreu o último militar vivo que fez parte da Junta de Salvação Nacional (JSN). Apelidado por “branca flor” por uns, por fardar de branco na sua qualidade de almirante e “almirante vermelho” por outros que o conotavam com o partido comunista, foi um homem bastante polémico.

 Muitos camaradas de armas, agora que morreu, vêm desmentir alguns factos em que ele alegadamente participou, é quase sempre natural elogiar os “mortos” e então quando esses elogios partem dos seus correlegionários, estamos com certeza a falar de interesses corporativos.

Mas devemos também ouvir aqueles que em Angola assistiram a muitos desmandos que ali foram praticados quando ele desempenhou as funções de alto-comissário. A notícia segue AQUI.

Rosa Coutinho, o que entregou Angola nos maos dos seus camaradas do MPLA

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