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26 juin, 2010

«Angola deve retirar acusações contra activistas de Cabinda», diz a HRW

Classé dans : Politique — cabinda @ 10:33

A Human Rights Watch defendeu hoje, em comunicado, que o governo de Angola “deve retirar as acusações criminais” contra activistas cívicos de Cabinda por alegados crimes contra a segurança de Estado.“O governo de Angola deve concentrar-se nos responsáveis pelo ataque de 8 de Janeiro, em vez de acusar os seus críticos ao abrigo de leis abusivas de segurança do Estado”, afirmou Rona Peligal, directora interina da divisão de África da Human Rights Watch.“O resultado deste julgamento vai revelar se a liberdade de expressão e de reunião pacífica está efetivamente protegida em Angola”, acrescentou.

Recorde-se que deveria ter começado hoje, na colónia angolana de Cabinda, o julgamento do padre Raul Tati, do advogado Francisco Luemba, do economista Belchior Tati e do engenheiro Barnabé Paca, detidos desde Janeiro. Foi adiado para 12 de Julho (ver notícia anterior).

Na semana passada, André Zeferino Puati, antigo funcionário da petrolífera norte-americana Chevron, foi condenado a três anos de prisão efectiva, depois de detido cinco meses, também acusado de crime contra a segurança de Estado.

A detenção destes activistas ocorreu na sequência de um ataque armado contra a escolta angolana que fazia segurança à selecção de futebol do Togo, em Janeiro deste ano, na colónia de Cabinda, onde ia disputar o Campeonato Africano das Nações de futebol.

Do ataque resultou a morte de duas pessoas tendo pelo facto as autoridades angolanas detido vários supostos suspeitos de envolvimento.

Fonte: Noticiaslusofonas

Comentário de Orlando Castro , Porto – Portugal.

Colónia angolana de Cabinda

A Human Rights Watch defendeu hoje, em comunicado, que o governo de Angola “deve retirar as acusações criminais” contra activistas cívicos de Cabinda por alegados crimes contra a segurança de Estado. “O governo de Angola deve concentrar-se nos responsáveis pelo ataque de 8 de Janeiro, em vez de acusar os seus críticos ao abrigo de leis abusivas de segurança do Estado”, afirmou Rona Peligal, directora interina da divisão de África da Human Rights Watch.“O resultado deste julgamento vai revelar se a liberdade de expressão e de reunião pacífica está efectivamente protegida em Angola”, acrescentou.Recorde-se que como referiram alguns, poucos, muito poucos, quase nenhuns, meios de comunicação social de Portugal, o padre Jorge Casimiro Congo foi ao Parlamento Europeu (Bruxelas), a convite da eurodeputada socialista Ana Gomes, partir a loiça sobre Cabinda.Dizendo o que aprendeu com o falecido bispo do Porto, D. António (“diante de Deus, de joelhos; diante dos homens, de pé”) o padre Jorge Casimiro Congo lamentou a posição do Governo português de condenar apenas o que classificou como um ataque terrorista durante a Taça das nações Africanas (CAN), afirmando que “Portugal é o último a …

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