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31 juillet, 2011

Os vinte e três cabindas que Angola quer na prisão

Classé dans : Politique — cabinda @ 10:04

A resistência e a sociedade civil cabindesa alertaram sempre que existia uma lista com os nomes de nacionalistas cabindas que Angola pretendia deter a fim de extinguir as correntes independentistas no exterior. Apesar de Luanda negar, supostamente, o documento existe.

Segundo vários testemunhos a lista inicial foi alterada logo após o ataque da FLEC a 8 de Janeiro contra selecção nacional de futebol togolesa que se deslocava a Cabinda para participar na Taça das Nações Africanas. Após os assassinatos de Gabriel Nhemba «Pirilampo» e Maurício «Sabata», assim como o desaparecimento de João Baptista Júnior «Vinagre», os rumores prosseguiram aludindo que os nomes dos três guerrilheiros constavam no referido documento.No início de Junho, a detenção de Agostinho Chicaia no aeroporto de Kinshasa suscita novamente dúvidas sobre a existência da «lista angolana». A DGM (Direcção Geral de Migração) congolesa terá justificado a detenção do presidente da extinta Associação Cívica de Cabinda – Mpalabanda como no cumprimento de um pedido formulado oficialmente pela embaixada de Angola em Kinshasa que solicitava a detenção imediata de mais de duas dezenas de cabindas residentes no estrangeiro, assim que fossem identificados. O nome de Agostinho Chicaia constava nessa relação e, para a DGM, a sua libertação dependeria exclusivamente de Angola.

Segundo fontes da PNN na lista, recomposta após o ataque de 8 de Janeiro, constam os nomes de Afonso Massanga, Agostinho Chicaia, António Kitembo, Carlos Moisés, Estanislau Boma, Francisco Lubota, Jean-Claude Nzita, João Baptista Gimi, Joel Batila, José Luis Veras, Kimbakala Buco, Landu Kama, Martinho Lubango, Ngimbi Carneiro, Norberto Itoula, Natalício Chincocolo, Nzita Henriques Tiago, Osvaldo Buela, Rodrigues Mingas, Roland Bembely, Sabina Chibinda e Stephane Barros. Gabriel Nhemba «Pirilampo», Maurício «Sabata» e João Baptista Júnior «Vinagre» teriam constado na mesma relação.

As mesmas fontes adiantaram que o Governo angolano teria transmitido a «lista» a todos os seus parceiros políticos internacionais, entre os quais a República Democrática do Congo (RDC) que procedeu imediatamente à identificação e localização dos «suspeitos» eventualmente presentes no seu território. Terá sido também com base neste documento que alguns dos nomes citados fossem interrogados em vários países e que provocou a aceleração das diligências para a detenção de Rodrigues Mingas em França.

Perante a mediatização da detenção de Agostinho Chicaia e das declarações da DGM aos responsáveis do OCDH (Observatório Congolês dos Direitos Humanos) na RDC, Luanda refutou a existência da «lista» e consequentemente a Embaixada de Angola em Kinshasa negou ter transmitido qualquer documento às autoridades congolesas onde solicitava a detenção de presumíveis nacionalistas cabindas.

Face à posição inflexível angolana, reiterada pela sua embaixada em Kinshasa, o chefe do executivo congolês, Adolphe Muzito, terá decidido também não reconhecer e invalidar o documento com os nomes de 23 cabindas residentes no estrangeiro que Angola quer na prisão.

Fonte: PNN Portuguese News Network

28 juillet, 2011

Decenas de jovens detidos em Cabinda onde se encontra uma délégaçao da União Europeia.

Classé dans : Non classé — cabinda @ 16:22

Decenas de jovens detidos em Cabinda onde se encontra uma délégaçao da União Europeia. 0000121459 

Decenas de jovens que procuravam encontrar-se com delegação da União Europeia de visita à Cabinda para observar a situação naquele enclave, cinco anos depois da assinatura entre o Governo angolano e alguns independentistas encabeçados por Bento Bembe (nomeado desde entao ministro no Governo angolano), do Memorando de Entendimento para a Paz encontram-se detidos. Certas fontes falam de trinta jovens.  Nos confrontos com um contingente de tropas enviado para o local, dois jovens ficaram feridos, um deles, André Vítor Gomes, está em estado grave. Varias jovens estavam ainda detidos esta manhã na 1ª Esquadra da Polícia em Cabinda em espera de ser apresentados ao tribunal da comarca de Cabinda para um julgamento sumário como é o habito. 

Os jovens manifestantes pretendiam contar aos enviados da UE a verdadeira situação no enclave sob ocupação angolana desde 1975 quando foram impedidos pelas forças angolanas de segurança.

Escute uma reportagem da VOA

TRADUCTION FRANÇAISE

Plusieurs dizaines de jeunes qui cherchaient à rencontrer une délégation de l’Union Européenne en visite à Cabinda pour s’enquérir de la situation dans cette enclave cinq ans après la signature du mémorandum d’entente pour la paix entre le gouvernement angolais et un groupe d’indépendantistes soumis à Bento Bembe (depuis lors ministre dans le gouvernement angolais) ont été arrêtés par les forces de l’ordre. Certaines sources parlent de trente jeunes.  Dans les échaufourrés avec les éléments des troupes dépêchées dans les lieux, deux jeunes ont été blessés et l’un d’eux, André Victor Gomes est dans un état critique. Plusieurs jeunes étaient encore aux arrêts ce matin dans les locaux du 1er Escadron de la Police à Cabinda en attente d’être présentés devant le Tribunal de Cabinda pour un jugement sommaire comme à l’accoutumé. 

Les jeunes manifestants prétendaient raconter aux délégués de l’Union Européenne la véritable situation dans l’Enclave sous occupation angolaise depuis 1975 lorsqu’ils en ont été empêchés par les forces angolaises de sécurité. 

TRADUCCIÓN ESPANOLA

Decenas de jóvenes que buscaban entrevistarse con una delegación de la Unión Europea de visita a Cabinda en una misión de investigación sobre  la situación en el enclave cinco años después de la firma del memorando de entendimiento para la paz entre el Gobierno y un grupo de separatistas dirigido por Bento Bembe (desde entonces Ministro en el Gobierno de Angola) fueron detenidos por las fuerzas del orden. Algunas fuentes hablan de treinta jóvenes.  En los enfrentamientos con los elementos de tropas angolanas enviadas a la escena, dos jóvenes resultaron heridos y uno de ellos, André Victor Gomes se encuentra en un estado crítico. 

Varios jóvenes siguen detenidos esta mañana en los locales de la escuadrón N° 1 de la policía de Cabinda, a la espera de ser presentados ante un Tribunal para un julgamiento sumario como de costumbre.  Los jóvenes manifestantes que queriam presentar a los delegados de la Unión Europea la verdadera situación en el Enclave que se encuentra bajo ocupación angolana desde 1975 cuando fueron fueron impedidos hacerlo por las fuerzas de seguridad de Angola. 

ENGLISH TRASLATION

Dozens of young people seeking to meet a delegation of the European Union which was in Cabinda with the goal to inquire about the situation in the enclave five years after the signing of the memorandum of understanding for peace between the Angolan Government and a group of separatists subject to Bento Bembe (since then Minister in the Government of Angola) were arrested by the forces of order. Some sources speak of thirty young people.  In clashes with the elements of the Angolan troops dispatched there, two young people were injured and one of them, André Victor Gomes is in critical state. 

Several young people were still arrested this morning in the premises of the 1st Police Squadron of the Cabinda City waiting to be presented before the Tribunal for a  summary judgment as usual.  The young demonstrators claimed to tell the delegates of the European Union the real situation in the Enclave under Angolan occupation since 1975 when they were stopped by the Angolan security forces. 

20 juillet, 2011

Qui sera le prochain dictateur à partir ?

Classé dans : Non classé — cabinda @ 20:04

En 2011, quels sont les 10 gouvernants qui règnent depuis plus de 20 ans ?

En Tunisie, Égypte, Libye, les peuples se révoltent contre leurs gouvernants qui, depuis de nombreuses années, confisquent le pouvoir à leur profit personnel, 23 ans pour Ben Ali, 30 ans pour Moubarak.  Qui des derniers dictateurs encore en poste sera le prochain sur la liste des partants ?

En Angola, José Eduardo Dos Santos possèderait une fortune de 31 milliards de dollars américains.

La République populaire d’Angola possède une immense richesse minière, pétrolière et forestière. Malgré toute cette richesse, la population angolaise vit avec moins de 20 centimes d’euro par jour. L’Angola est le pays où la vie est la plus chère du monde.

Qui sera le prochain dictateur à partir ? 98540060angola-png

Le président angolais José Eduardo Dos Santos, au pouvoir depuis 1979, reste le chef d’Etat d’un des pays les plus corrompus au monde.

José Eduardo Dos Santos possède une fortune de 31 milliards de dollars américains dans les banques européennes dissimulée dans plusieurs pays.

Ce président est associé au blanchiment d’argent, à la plus haute corruption et au détournement des fonds du pétrole en provenance du territoire du Cabinda, un ancien protectorat portugais jusqu’à 1975. En découvrant la richesse de cette famille, nous sommes stupéfaits car la famille de José Eduardo Dos Santos a un immense patrimoine immobilier en Europe : appartements, maisons, hôtels et villas achetées depuis qu’ils sont au pouvoir.

Des comptes bancaires fiscaux offshore ont été ouverts en Belgique, à Malte, au Luxembourg, à Hong-Kong, à Londres, dans plusieurs pays d’Amérique du sud pour ne citer que ceux-là.

La fille aînée du président angolais, Isabel Dos Santos possède une fortune de 4 milliards de dollars. Elle vit entre le Portugal et l’Angola et est en train de racheter les banques, les télévisions au Portugal. Elle possède également le plus grand bar huppé situé sur l’île de Luanda, « La Miami ».

Plusieurs personnalités portugaises seraient impliquées dans le blanchiment d’argent, les détournements de fonds et la grande corruption en Angola.
Pendant ce temps, la majorité population angolaise vit dans une pauvreté indescriptible et le bonheur promis par les chantres du régime tarde à se manifester.

Source : source: deboutdiaspora
Autre site à consulter

18 juillet, 2011

Fuel Problems in Cabinda

Classé dans : Non classé — cabinda @ 11:56

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Ze Du & Familia Estao afundar Angola

Classé dans : Non classé — cabinda @ 11:24

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16 juillet, 2011

L’intangibilité des frontières est remise en cause

Classé dans : Politique — cabinda @ 23:05

 

Victime d’un découpage arbitraire décidé par les grandes puissances européennes à la fin du XIXe siècle, l’Afrique apparaît comme un kaléidoscope de situations géopolitiques et géo-économiques, une juxtaposition d’États-nations sans consistance, alors que le continent est riche de minerais et de ressources : bois, gaz, pétrole, diamant, or, bauxite, uranium, phosphates…

 Les structures et les régimes politiques y sont souvent fragiles et peu démocratiques. Plusieurs causes expliquent l’instabilité : les guerres de séparation alimentées par des réseaux marchands transfrontaliers, la mauvaise répartition des richesses nationales, la lutte des grandes puissances pour contrôler les ressources et la soif effrénée de pouvoir de certains acteurs locaux.

Parvenus le plus souvent au pouvoir par la violence, les régimes cherchent à répondre à leurs obsessions sécuritaires par l’intimidation, poussant les exclus du système à prendre les armes et à basculer dans la révolte.

Lors du congrès de Berlin, en 1884-1885, les grandes puissances européennes avaient créé et figé les frontières africaines en les proclamant intangibles et imprescriptibles. En 1964, l’Organisation de l’unité africaine décida dans sa charte de reprendre le principe de l’intangibilité à son compte.

À l’époque, une grande partie de l’Afrique était déjà indépendante. La résolution était une directive politique pour geler les contestations territoriales grâce à un traité global se fondant sur les frontières existantes.

Mais le principe a été récemment remis en cause avec l’indépendance de l’Érythrée et, cette année, avec la séparation prochaine du sud du Soudan d’avec le nord, qui mettra fin à l’accord d’Addis-Abeba de 1972 instaurant un État fédéral au Soudan. Ces précédents vont-ils stimuler d’autres rébellions, comme celles du Cabinda en Angola, de la Casamance au Sénégal, du Delta du Niger au Nigeria ?

L’Afrique n’en finit pas de se transformer sous les effets conjugués de la démographie, des ambitions économiques, militaires ou religieuses. L’activisme de certaines puissances, lié à la présence de ressources naturelles, crée des tensions frontalières.

Des États déliquescents ont perdu le contrôle d’une partie de leur territoire, passé aux mains de groupes armés autonomes ou à la solde de pays voisins. Deux espaces régionaux posent particulièrement un problème : le premier regroupe les zones de guerre de la Corne de l’Afrique à la région des Grands Lacs du Congo ; le second regroupe la Côte d’Ivoire, le Sénégal et les États du golfe de Guinée, du Nigeria à l’Angola.

La tendance, aujourd’hui, serait-elle d’accepter, au nom de la paix, la formation de nouveaux États ? De tels changements ne peuvent s’opérer sans l’appui de la communauté internationale. Dans le cas du Soudan, l’implication des États-Unis et d’autres membres du Conseil de sécurité de l’ONU a été indispensable pour contraindre les dirigeants de Khartoum à accepter le référendum d’autodétermination. À l’inverse, la Côte d’Ivoire a sûrement échappé à la division grâce à l’appui de la France et de l’ONU au président élu Alassane Ouattara. Les choix des grandes puissances seront aussi déterminants pour l’avenir des rébellions du Delta du Niger, au Nigeria.

Tant que certains pouvoirs africains ne se muent pas en démocratie et n’instaurent pas un véritable dialogue politique, le risque de ces pays connaissant déjà un conflit latent est d’arriver à une scission. La communauté internationale doit veiller à encourager la démocratie, l’état de droit et la liberté en Afrique, avant la défense des intérêts stratégiques de ses acteurs les plus influents.

Article de Robert Dussey, professeur de philosophie politique à l’université de Lomé, conseiller diplomatique du président du Togo, auteur de L’Afrique malade de ses hommes politiques , Éd. Picollec, 2008, 256 p., 19 €.

14 juillet, 2011

«Sud-Soudan enfin libre!»

Classé dans : Non classé — cabinda @ 22:30

Le Sud Soudan enfin libre et indépendant ! A quand le Cabinda, territoire non autonome, illégalement occupé par l’Angola avec la complicité de certains dirigeants portugais d’alors ?

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Le Sud-Soudan a proclamé son indépendance samedi devant des dizaines de milliers de Sudistes en liesse et un parterre de dirigeants africains et étrangers, devenant la plus jeune nation au monde et divisant le plus grand pays d’Afrique en deux.

Selon une information reprise du site canoe.ca Infos, ‘est le chef du Parlement sud-soudanais, James Wanni Igga, qui a annoncé la «déclaration d’indépendance du Sud-Soudan» lors d’une céremonie à Juba, la capitale du nouvel État qui compte parmi les plus pauvres du monde et dont l’avenir s’annonce difficile.

Le Sud à majorité chrétienne se sépare ainsi du Nord musulman après des décennies de guerre entre les rebelles sudistes et les gouvernements successifs de Khartoum, qui ont dévasté la région, fait des millions de morts et créé une méfiance réciproque. «Nous, les représentants démocratiquement élus du peuple, en se basant sur la volonté du peuple du Sud-Soudan, et comme l’ont confirmé les résultats du référendum sur l’auto-détermination, proclamons par la présente le Sud-Soudan une nation indépendante et souveraine», a-t-il dit. Les États-Unis l’ont aussitôt reconnue. «Je suis fier de déclarer que les États-Unis reconnaissent officiellement la république du Sud-Soudan comme État souverain et indépendant», a déclaré le président Barack Obama dans un communiqué en promettant d’aider ce pays dans son développement.

Le nouveau drapeau du Sud-Soudan a été ensuite hissé sous les applaudissements frénétiques de la foule et des cris de joie et des pleurs. Puis Salva Kiir a prêté serment comme premier président du Sud-Soudan et signé la constitution transitoire, en jurant de «favoriser le développement et le bien-être du peuple».

«Nous ne nous soumettrons jamais, jamais», ont scandé des milliers de Sud-Soudanais, dont certains pleuraient. «Je pleure pour la reconnaissance de ce drapeau parmi les drapeaux des pays du monde», a lancé un homme.

M. Igga a rappelé le combat du peuple sud-soudanais «pour la justice, la liberté, l’égalité et l’émancipation politique et économique», ajoutant que la nouvelle République souhaitait «établir un système de gouvernance qui respecte l’État de droit, la justice, la démocratie et les droits de l’homme».

Il a souligné l’engagement de la jeune nation à des relations «amicales» avec tous les pays «y compris la République du Soudan», et affirmé que sa «priorité stratégique» était de devenir membres à part entière des Nations unies, de l’Union africaine et d’autres organismes internationaux.

Placée sous haute sécurité, la cérémonie se déroulait au mausolée de l’ex-dirigeant rebelle sudiste John Garang, mort dans un accident d’hélicoptère en 2005, peu après la signature de l’accord de paix entre nordistes et sudistes.

La cérémonie a débuté avec les sermons de deux dignitaires religieux, l’un musulman et l’autre chrétien, avant une parade militaire.

«Aujourd’hui, nous nous souvenons et nous prions pour tous ceux qui ont été solidaires de nous durant les longues années de guerre», a dit l’archevêque catholique Paulino Lokudu, en appelant à une «nouvelle entente» et une coopération avec le Nord.

L’«invité de marque» était d’ailleurs le président soudanais, le nordiste Omar el-Béchir qui avaient combattu les sudistes jusqu’en 2005. M. Béchir est en outre sous le coup de mandats d’arrêt internationaux pour génocide et crimes contre l’humanité au Darfour, région de l’ouest en proie à la guerre civile.

Le secrétaire général de l’ONU Ban Ki-moon participait aussi aux célébrations, de même que des représentants des États-Unis, de Grande-Bretagne et de France notamment.

Un peuple euphorique

Dès le petit matin, des Sud-Soudanais enthousiastes ont afflué vers le lieu des cérémonies, en chantant et en agitant des drapeaux, sous haute sécurité.

«Sud-Soudan oyee (oh oui)! Sud-Soudan libre!» scandait la foule.

«C’est un jour historique, un jour de justice (…) Aujourd’hui nous pouvons commencer une nouvelle vie et oublier les souffrances et la douleur», a lancé l’archevêque épiscopal du Soudan Daniel Deng Bol.

C’est le plus grand rassemblement jamais vu à Juba, ville au bord du Nil Blanc où manquent même les infrastructures de base.

L’accession à l’indépendance intervient après plus de 50 ans de guerre -entrecoupée par une période d’accalmie de quelques années- entre les rebelles sudistes et les gouvernements nordistes à Khartoum.

L’accord de 2005 a mis un terme au plus long conflit d’Afrique et ouvert la voie au référendum de janvier 2011 qui a vu les sudistes voter pour la scission.

Le gouvernement de M. Béchir a dès vendredi reconnu la future République du Sud-Soudan, bien que des questions clés attendent encore d’être réglées entre les deux pays, comme le partage des richesses pétrolières et le statut de provinces frontalières contestées, dont Abyei.

L’Allemagne, l’Australie, le Kenya et l’Égypte ont aussi reconnu le Sud-Soudan qui a besoin de toute l’aide possible pour faire face au défi de construire un État stable et prospère.

Caritas assiste plus de 2.000 ménages congolais refoulés d’Angola

Classé dans : Non classé — cabinda @ 21:10

L’ONG Caritas apporte une assistance humanitaire à plus de 2.000 ménages de la République démocratique du Congo (RDC) refoulés récemment de l’Angola, selon un communiqué de l’organisation catholique transmis samedi.

Au total 2.000 ménages (près de 8.000 personnes) regroupés dans le site d’hébergement de Kimpangu, dans la province du Bas-Congo (ouest), frontalière de l’Angola, bénéficient depuis mercredi cette assistance, a précisé Guy-Marin Kamandji, chargé de communication de Caritas-RDC. Financée par la Caritas Allemagne, cette aide, composée des biens non alimentaires et des vivres, concerne également les expulsés rentrés au pays par les postes frontaliers de Kuzi, Sava, Lufu, Yatch et Yema, toujours dans le Bas-Congo. Ces expulsés viennent pour la plupart des provinces diamantifères angolaises de Lunda Norte et Lunda Sul et de l’enclave de Cabinda. Depuis 2004, plus de 400.000 immigrés illégaux, quasiment tous des Congolais de la RDC, ont été expulsés des provinces minières d’Angola dans le cadre d’une opération baptisée « Diamant » et visant à lutter contre le trafic illégal de diamants angolais. En représailles aux expulsions de ses ressortissants menées par Luanda — dont 160.000 en 2009 –, la RDC avait commencé début octobre 2009 à expulser les Angolais installés sur son territoire — souvent légalement — lors de la guerre civile (1975-2002) avant que les présidents congolais Joseph Kabila et angolais Eduardo Dos Santos décident, mi-octobre de la même année, de suspendre ces mesures réciproques. (DGO)

Source : L’AVENIR.NET (BELGA)

Société ivoirienne de raffinage / L’Angola éjectée de l’actionnariat

Classé dans : Non classé — cabinda @ 20:58

 L’information vient d’être ébruitée par le bimensuel ‘‘ La Lettre du continent’’ dans sa dernière livraison. L’Angola, par le truchement de la Sonangol (Société angolaise d’hydrocarbures), ne fait plus partie du capital de la Sir (Société ivoirienne de raffinage). En effet, la Sonangol, qui détenait 22% du capital de la Sir, n’a pas tenu ses promesses d’investissements d’environ 140 millions d’euros (plus de 90 milliards de FCFA). Depuis 2008, date d’entrée de cette structure au conseil d’administration, aucune de ses parts n’a été libérée. L’on n’a jamais connu les représentants de la Sonangol au Conseil d’administration de la Sir. Toujours aux abonnés absents comme si cet actionnariat était l’affaire des refondateurs eux-mêmes.

Cela ne pouvait plus continuer surtout que la Sir a frôlé la faillite. Aujourd’hui, les résultats sont ahurissants pour cette entreprise, fleuron de l’industrie ivoirienne. Pour preuve, en 2010, les conséquences liées à la crise ont occasionné pour la Sir, un déficit de 5 milliards de FCFA. La situation de crise pour les quatre premiers mois de l’année 2011 a engendré un manque à gagner de 15 milliards de FCFA. Sans l’intervention du président Ouattara auprès du Nigeria pour l’obtention de brut, la Sir serait aujourd’hui fermée alors que l’Angola figure dans son capital. L’on a fini par comprendre que c’était une présence fantoche et fantomatique.

JEA (Source : 2i ACTUALITES)

L’opération de rapatriement des réfugiés angolais fixé au 4 juillet 2011

Classé dans : Politique — cabinda @ 20:53

Lepotentiel Les réfugiés angolais en RDC

Les réfugiés angolais en RDC (photo:syfia-photos.info)

Réfugiés en République démocratique du Congo pendant des décennies, les  Angolais qui ont fui la guerre, et se sont soustraits des affres d’une longue guerre civile, peuvent désormais, volontairement, regagner leur pays.

La République démocratique du Congo, l’Angola et le Haut Commissariat des Nations unies pour les Réfugiés (HCR) réunis, hier mercredi 8 Juin 2011 en tripartite, la quatrième du genre, vient de fixer la date du 4 juillet prochain pour le lancement de l’opération de rapatriement volontaire des réfugiés angolais.

A cet effet, les membres de ces trois délégations ont décidé d’organiser une mission conjointe d’évaluation qui sera composée des représentants du gouvernement de la RDC, du HCR et de l’OIM sur l’axe routier  Kwilu Ngongo-Luvaka-Kimpangu vers Quimbata  afin d’examiner  la possibilité d’engager  les convois  sur cette voie pour un rapatriement volontaire  dans la dignité  et la sécurité ; faire un plaidoyer  pour la recherche de ressources nécessaires  en vue de la réhabilitation  de la route Kwilu-Ngongo – Kimpangu /RDC vers Quimbata /Angola ; explorer la faisabilité du transport par voie ferrée  pour les réfugiés  angolais  de la province du Katanga candidats au rapatriement volontaire ; inviter les deux gouvernements à faciliter  le passage  aux frontières  des fonctionnaires  et partenaires opérationnels impliqués  dans le processus de rapatriement ; procéder au lancement  de l’opération de rapatriement  des réfugiés angolais vivant encore en RDC.

Les trois parties ont convenu de la tenue de la prochaine tripartite  en République d’Angola au mois de septembre 2011. Car, cette opération de rapatriement volontaire se terminera au premier semestre 2012.

Le vice-Premier ministre et ministre de l’Intérieur et Sécurité, M. Adolphe Lumanu, qui présidait cette cérémonie, a rappelé que, de novembre 2005 à mars 2006, 100.000 réfugiés ont été enregistrés, et 68.000 sont candidats au retour. De 2009 à 2010, 79.617 réfugiés  ont été revérifiés, dont 43.000 ont opté pour le rapatriement volontaire.

Pour ceux qui opteront pour demeurer en RDC, le gouvernement  congolais mettra en place , conformément  à sa législation en matière d’immigration, une politique d’intégration  qui tiendra compte  des spécificités  de cette population vulnérable, avec l’appui de ses partenaires traditionnels internationaux. Et avec l’aide du HCR, les dossiers  de certaines personnes,  qui méritent une protection spécifique, seront examinés au cas par cas.

Ministre de l’Assistance et de Réinsertion sociale et chef de délégation de la République d’Angola, M. Joâo Baptista  Kussumua, estime que cette réunion tripartite démontre la responsabilité des Africains pour une solution durable de retour.

M. Mohamed Boukry, Représentant du HCR en RDC, s’est déclaré satisfait  de l’adoption des modalités pratiques  pour le rapatriement volontaire des réfugiés. Pour lui, c’est une réalisation  considérable  qui consacre la volonté des gouvernements d’Angola, de la RDC et du HCR à créer  toutes les conditions propices  pour la matérialisation d’une solution durable  pour les réfugiés angolais, en l’occurrence, l’idéal  des  solutions qui aboutit  au retour librement  consenti des réfugiés dans leur pays.

Véron-Clément Kongo (Source : Le Potentiel / Télé7)

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