• Accueil
  • > Clã Eduardo dos Santos compra Portugal com petróleo de sangue roubado ao Povo

12 août, 2011

Clã Eduardo dos Santos compra Portugal com petróleo de sangue roubado ao Povo

Classé dans : Non classé — cabinda @ 23:18


 

Angolanos têm cada vez mais poder em Portugal ?

 Banca, energia, comunicações e até media são os negócios onde o capital angolano ganha peso ?

Clã Eduardo dos Santos compra Portugal com petróleo de sangue roubado ao Povo portugal

 

A compra, em saldo, do BPN pelo BIC é de facto mais um exemplo de uma tendência empresarial, diz a TVI, que não pára de crescer: “o reforço do investimento de origem angolana em Portugal”.  A expressão “de origem angolana” está mais próxima da verdade. 

 

Os accionistas do BIC são, na sua esmagadora maioria, angolanos: Isabel dos Santos, filha do presidente José Eduardo dos Santos, detém 25% das acções. Fernando Teles, o presidente do banco angolano, outros 20 %. O português Américo Amorim, outros 25%. 

 

Mas no que à banca nacional diz respeito, os interesses de Angola (melhor dizendo, dos donos de Angola) não ficam por aqui. A Sonangol, petrolífera angolana, é a maior accionista do BCP, com 12,44% do capital do banco português. E no BPI, Isabel dos Santos é accionista de referência com 9,69%. 

 

Mas os investimentos (de alguns, sempre os mesmos) angolanos vão para além da banca. Outros negócios, o mesmo nome: Isabel dos Santos detém 33,37% da Galp através da participação na Amorim Energia, e é ainda dona de 10% da ZON Multimédia. 

 

Mas os interesses dos donos de Angola estão também na informação portuguesa: em 2009 a angolana Newshold comprou 51% do semanário «Sol». 

 

Do ponto de vista, pouco relevante – é certo, da verdade, os jornalistas não deveriam falar de investimentos angolanos, mas apenas de um pequeno grupo de angolanos que é dono do país deles e que quer ser dono (já é) do país dos outros. 

 

O grupo ou clã de José Eduardo dos Santos, presidente da Angola há 32 anos sem nuca ter sido eleito, e também do MPLA, partido que “governa” o país desde 1975, representa só por si muito perto de 100% do Produto Interno Bruto angolano. 

 

A Global Witness, por exemplo, diz que Angola e a sua « companhia petrolífera opaca é exemplo chave » de receitas petrolíferas desbaratadas e « postas ao serviço de um Estado-sombra onde o único resultado real para a maioria da população é a pobreza », sendo os bancos « cúmplices » no esquema, « parte da estrutura que permite que isso aconteça ». 

 

Na realidade, o sistema de finanças públicas angolano mantém duas vias de despesa. Uma é o orçamento oficial, gerido pelo Tesouro; o outro é um sistema não convencional via Sonangol, que não está sujeito a escrutínio público. 

 

Segundo a análise da organização, com base em relatórios do Fundo Monetário Internacional, todos os anos ficam por contabilizar em média 1,7 mil milhões de dólares do Tesouro angolano. A média deverá equivaler a mais de 20 por cento do PIB angolano. Coisa pouca… 

 

A Global Witness recorre ao epíteto de « Estado falhado de sucesso » – da autoria do académico português Ricardo Soares de Oliveira, da Universidade de Oxford – para enquadrar uma situação de aflição social em que « em vez de contribuir para o desenvolvimento, o sucesso da Sonangol tem estado sobretudo ao serviço da presidência e das suas ambições ».

Fontes: Alto Hama 

Laisser un commentaire

Construire avec vous le du ... |
Bien Vivre ensemble l'aveni... |
COMMUNAL HAOUR FEYZIN 2008 |
Unblog.fr | Créer un blog | Annuaire | Signaler un abus | Energie Nouvelle pour Heill...
| Michel TAMAYA 2008 Le BLOG
| servir connaux