20 mars, 2018

Os 50 Angolanos mais ricos de Angola com mais de 100 milhões de USD

Classé dans : Société — cabinda @ 20:48

Trata-se duma lista publicada pelo site de Autohoje Forum 1 – José Eduardo dos Santos, Presidente da República  2 – Lopo do Nascimento, Deputado 3 – José Leitão, Chefe da Casa Civil de Luanda 4 – Elisio de Figueiredo, Embaixador 5 – João de Matos, General 6 – Higino Carneiro, Ministro das Obras Públicas 7 – Helder Vieira Dias (Kopelipa), General 8 – António Mosquito, Empresário 9 – Valentim Amões, Empresário 10 – Sebastião Lavrador, Bancário 11 – José Severino, Empresário 12 – Joaquim David, Ministro da Indústria 13 – Manuel Vicente, PCA da Sonangol 14 – Abilio Sianga, Admnistrador da Sonangol 15 – Mário Palhares, PCA do BAI 16 – Aguinaldo Jaime, Ministro Adjunto do 1°.Ministro 17 – França Ndalu, General da Reserva 18 – Amaro Taty, Governador do Bié 19 – Noé Baltazar, Director Delegado da ASCORP 20 – Desidério Costa, Ministro dos Petróleos Com mais de 50 milhões e menos de 100 milhões de USD 21 – João Lourenço, Secretário Geral do MPLA 22 – Isaac dos Anjos, Embaixador 23 – Faustino Muteka, Ministro da Admnistração do Território 24 – António Vandúnem, Secretário do Conselho de Ministros 25 – Dumilde Rangel, Governador de Benguela 26 – Salomão Xirimbimbi, Ministro das Pescas 27 – Jardim, Ex-Ministra das Pescas 28 -Dino Matross, 1°.Vice-Presidente da Assembleia Nacional 29 – Álvaro Carneiro, Ex-Director Adjunto da Endiama 30 – Flávio Fernandes, Ex-PCA da Multiperfil 31 – Fernando Miala, Ex-Director dos Servios de Segurança do Estado 32 – Armindo César, Empresário 33 – Ramos da Cruz, Governador da Huila 34 – Gomes Maiato, Governador da Lunda-Norte 35 – João E. dos Santos, Governador do Moxico 36 – Gonçalves Muandumba, Governador da Lunda-Sul 37 – Aníbal Rocha, Governador de Cabinda 38 – Ludy Kissassunda, Governador do Zaire 39 – Luiz Paulino dos Santos, Ex-Governador do Bié 40 – Paulo Kassoma, Governador do Huambo 41 – Rui Santos-Empresário 42 – Mário António, Membro do BP do MPLA e ADM. da GEFI 43 – Silva Neto, Ex-Admnistrador da Sonangol Distribuidora 44 – Júlio Bessa, Ex-Ministro das Finanças 45 – Paixão Franco, Presidente do FDES 46 – Mello Xavier, Deputado e Empresário 47 – Kundi-Payhama, Ex-Ministro da Defesa 48 – Ismael Diogo, Presidente da FESA 49 – Maria Mambo Café, Membro do BP do MPLA 50 – Augusto Tomás, Deputado 51 – Generoso de Almeida, PCA DO BCI 52 – Luiz Faceira, General 53 – Cirilo de Sá, General 54 – Adolfo Razoilo, General 55 – Gilberto Lutukuta, Ministro da Agricultura 56 – Simão Júnior-Empresário (Grupo Chamavo e Gema) 57 – Carlos Feijó, Acessor da Presidência da República 58 – Armando da Cruz Neto, Chefe do Estado Maior das FAA 59 – Fernando Borges, Empresário Os miseráveis: 14.000.000 (catorze milhões)… Menos de 1 USD…!!!! Leiam o que encontrei, escrito pelo Nicola Guardiola, com o título Os «novos ricos Angolanos» apostam nos negócios. Tive saudade de Angola e andei pelo Angonotícias e outros sites a saber dos generais que me permitiram mover absolutamente à vontade em todo o território durante a guerra, em zonas onde só chegavam os mercenários, soldados…e, pior, onde o povo era atacado e chacinado sem ter militares que lhe acudisse. Continuo a achar imperdoável que a comunidade internacional, por causa das riquezas que rapina em Angola, não pressione a organização de eleições livres no país. «INVESTIR em Angola é agora a divisa dos nossos ricos» diz o «Semanário Angolense». O jornal, que causou escândalo em 2004 com a publicação da lista dos homens mais ricos da «nomenklatura» angolana, voltou a carga há duas semanas com um «retrato» dos grupos privados que proliferam em Angola, à boleia do «boom» económico e da intenção confessa do Governo de favorecer a criação de grupos privados nacionais e a sua entrada em sectores estratégicos como a banca, o petróleo ou os diamantes. O director do «Semanário Angolense», Graça Campos, admite que a lista não é exaustiva e não se apoia numa aturada investigação. São os «negócios» que dão que falar e que ilustram a importância do lóbi político e a «apetência» dos investidores estrangeiros para formarem sociedades com figuras políticas do regime ou seus familiares.· Com a devida vénia ao «Semanário Angolense», eis, em resumo e de A a Z, o retrato dos grupos privados mais «badalados» da actualidade em Luanda. ARMINDO CÉSAR & FILHOS No começo esteve a Maboque, empresa especializada em restauração, hotelaria e «catering». Diz-se que conta entre os seus accionistas com membros da família do Presidente Eduardo dos Santos e uma plêiade de generais. Mas nos últimos cinco anos o grupo cresceu e multiplicou-se. Actividade: as anteriores, mais pescas (captura e comercialização), hotelaria e turismo, imobiliário, comércio (hipermercado Interpark), formação profissional e serviços. BANCO INTERNACIONAL DE CRÉDITO (BIC) Isabel dos Santos, primogénita do Presidente Eduardo dos Santos, e o empresário português Américo Amorim (25%) são os principais accionistas. Criado em Junho, já abriu 13 balcões (8 em Luanda) e arrecadou mais de 165 milhões de dólares em depósitos. BANCO COMERCIAL DE ANGOLA (BCA) Inclui entre os seus accionistas três ex-primeiros-ministros: Lopo do Nascimento, França Van-Dúnem e Marcolino Moco. Salomão Xirimbimbi (ministro das Pescas), Augusto Tomás (ex-governador de Benguela, ex-ministro das Finanças) e o empresário Jaime Freitas (COSAL, Interauto, Tecnomat) são os outros sócios. Em 2005 vendeu 50% das acções ao Absa Bank, de África do Sul, que por sua vez foi comprado pelo Barclays Bank, do Reino Unido. CABUTA ORGANIZAÇÕES «Holding» criada pelo general Higino Carneiro, ministro das Obras Públicas e governador do Kwanza Sul, e família. Actividade: agricultura, agro-indústria, hotelaria, turismo, banca, seguros. FINANGEST Entre os accionistas figuram José Pedro de Morais, ministro das Finanças, general Pedro Neto, chefe do Estado-Maior da Força Aérea, e Kundi Paihama, ministro da Defesa. Actividade: jogos e lotarias, edição discográfica, transportes, serviços, construção, «import-export», seguros, segurança. GEMA Criada por Simão Júnior, o seu actual presidente é José Leitão, ex-chefe da Casa Civil da Presidência. Conta entre os seus accionistas com o jurista Carlos Feijó e António Pitra Neto, vice-Presidente do MPLA e ministro do Emprego e Segurança Social. Actividade: supermercados, salas de cinema, clínica privada, accionista da Coca-Cola Angola, parcerias com empresas sul-africanas e chinesas. GENI Empresas dos sectores da banca, petróleo, diamantes e construção florescem com o «boom» angolano. O FMI projecta um crescimento económico de 15% em 2005 O ponto de partida foi a criação da UNITEL (telefonia móvel) em parceria com a Portugal Telecom. Fundadores: Isabel dos Santos, brigadeiro Leopoldino Fragoso do Nascimento (chefe das Comunicações da Presidência), António Van-Dúnem (ex-secretário do Conselho de Ministros) e Manuel Augusto da Fonseca, do gabinete jurídico da Sonangol. Juntou-se-lhes o empresário franco-brasileiro Pierre Falcone. Actividade: telecomunicações, serviços. GENIUS Criada pelo general João de Matos (ex-chefe de Estado-Maior-General das FAA) e Mário Pizarro (ex-governador do BNA). A jóia da coroa do grupo é a GEVAL-Angola Joint-Venture com a brasileira Vale do Rio Doce, n.º1 mundial de mineração. Actividade: minas (diamantes, manganésio, outros).Projectos: electricidade, telecomunicações.Participações: Torres do Carmo (Luanda), Belas Shopping Center IMPORÁFRICA-IMPORCAR Faustino Muteka ex-ministro da Administração do Território e actual secretário do MPLA para a mobilização é a figura-de-proa do grupo, a que estão associados capitais de Portugal à Índia.Actividade: construção civil, agricultura, comércio, venda de automóveis, imobiliário. MACON Revolucionou o transporte público em Luanda (autocarros e táxis). Hélder Vieira Dias, chefe da Casa Militar da Presidência e director do Gabinete de Reconstrução Nacional, brigadeiro Leopoldino Fragoso e Júlio Bessa, ex-ministro das Finanças, em parceria com o brasileiro Minoru Dondo são os sócios-fundadores. Actividade: transportes, comércio (o Shopping Center Kinaxixi está «encalhado» há dois anos). MELLO XAVIER Há muito que Jorge Mello Xavier, deputado pelo MPLA em 1992, deixou de ser «o empresário do regime» mas continua activo, influente e irreverente. Actividade: construção civil, turismo, hotelaria, bebida, agro-indústria, PECUS Criada pelo grupo português Tecnocarro, de José Récio, foi vendida aos irmãos António e Luís Faceira. Actividade: produção e comercialização de carne, sector que lidera. PRODOIL Associou-se à Amec Paragon (Houston, EUA). Entre os sócios angolanos citamos Marta dos Santos, irmã mais velha do Presidente da República. Actividade: petróleo, gás natural, serviços, hotelaria. SAGRIPEK Capital repartido entre um grupo de sócios angolanos (BAI, BPC, Banco Keve, Higino Carneiro, Mello Xavier, irmãos Faceira, Isabel dos Santos) que detém 51%, e um consórcio brasileiroActividade: agricultura; pecuária, produção agro-industrial. SOMOIL Primeira empresa privada angolana a entrar na exploração de petróleo. Criada por Desidério Costa, ministro dos Petróleos, e Alberto de Sousa. Actividade: petróleo e derivados (lubrificantes) SUNINVEST Dirigida por Ismael Diogo, cônsul de Angola no Rio de Janeiro e presidente da FESA (Fundação Eduardo dos Santos). Actividade: indústria farmacêutica (parceria com o Laboratório Teuto do Brasil), transportes urbanos, recolha de lixo (Luanda), comércio. VALENTIM AMÕES Veio para Luanda vindo do Planalto Central, onde possui um grande património imobiliário e controla boa parte do comércio. Entrou para o Comité Central do MPLA em 2004 e entre os seus sócios figura o general Fernando Miala, dos serviços de informação externos da Presidência. Actividade: transportes rodoviários e aéreos, hotelaria e turismo, «rent-a-car», comércio. SEGURANÇA As empresas de segurança merecem ser tratadas separadamente, pois foi por esta via que muitos generais se estrearam nos negócios e adquiriram o capital que lhes permitiu mais altos voos. São agora às centenas, mais ou menos sofisticadas, e fornecem todo o tipo de serviços, desde a segurança de instalações a escoltas pessoais, transportes de fundos e instalação de sistemas de vigilância. O «Semanário Angolense» destacou as seguintes: ANGO SEGU . Empresa pioneira na segurança industrial. Tem como fundadores os generais Fernando Miala e José Maria e Santana André Pitra (Petroff) ex-ministro do Interior e comandante-geral da Polícia. . ALFA 5 . Criada pelo general João de Matos e outros oficiais generais. Controla 50% da segurança das grandes áreas de exploração de diamantes. . TELESERVICE . Monopólio da segurança dos campos petrolíferos. Os seus fundadores foram os generais João de Matos, França Ndalu, Armando da Cruz Neto, os irmãos Luís e António Faceira e Hendrick Vaal Neto. Participações na Air Gemini, Companhia do Lumanhe (diamantes) com a Escom, ligada ao Grupo Espírito Santo. . COPEBE . Criada por Pedro Hendrick Vaal Neto (ex-ministro da comunicação social), Roberto Leal Monteiro «Ngongo» e Nelson Cosme, embaixador de Angola na Organização dos Estados da África Central.

2 mars, 2018

Livre de barriga vazia? Não. Escravo com ela cheia?

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 18:13

Para ler, clique no laço internet seguinte :

Livre de barriga vazia? Não. Escravo com ela cheia?

Independentistas do canapé, seguidores do vendilhão Bento Bembe & seguintes.

Intelectuais de Cabinda estão a render ao MPLA?

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 17:47

Intelectuais de Cabinda estão a render ao MPLA ?

(Padre Congo, Raul Tati e quem mais).

Clique sobre o laço (endereço internet) para obter a informação requerida.

8 juillet, 2015

Em Portugal só a Casa de Cabinda protesta pela detenção de activistas dos direitos humanos nesse territorio.

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 14:02

A Casa de Cabinda em Portugal transmitiu “o mais profundo repúdio” pela detenção de activistas dos direitos humanos naquela região angolana, no sábado, condena o que classifica de “atropelo à Justiça” e exige a sua libertação.

 

11 juin, 2015

Valse du corps professoral portugais autour de la question du Cabinda.

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 17:52

Depuis que la Commission Africaine des droits de l’homme et des peuples (CADHP) a décidé de déclarer recevable les plaintes des mouvements cabindais contre l’Angola, l’on assiste à une espèce d’agitation des milieux enseignants portugais qui, comme une caisse de résonance, ont pris le relais dans la défense des thèses gouvernementales contre les arguments avancés par les indépendantistes cabindais dans leur lutte pour la reconnaissance et l’exercice des droits du peuple du territoire colonial de Cabinda à son autodétermination et à exercer la souveraineté sur ses ressources naturelles usurpées et spoliées par l’Angola avec la complicité active de certains dirigeants de gauchistes au pouvoir entre 1974 et 1976.

Après le prof. Carlos Blanco de Morais, auteur du livre « O direito à autodéterminação dos povos – O estatuto jurídico do enclave de Cabinda » paru en 1998, commandité par M. José Manuel Durão Barroso, ami personnel du président angolais, livre dont les thèses soutenues ont été mises à rude épreuve par une cinglante réplique adressée à la CADHP par un collectif de mouvements cabindais constitué par FLEC-Originel, l’UNLC et le CNRPC, c’est au tour des professeurs Catherine Maia (Professeur à la Faculté de Droit à l’Université Lusophone de Porto) et Robert Kolb (Professeur à la Faculté de Droit à l’Université de Genève (Suisse), auteurs du livre  « Le statut international de la province angolaise du Cabinda à la lumière du droit international public » d’emboiter le pas en renfort de ce dernier. C’est la 2ème publication du livre, la première ayant curieusement été faite en janvier 2013 sous forme d’articles parus dans :

1- La Revue « VIII Anuário Brasileiro de Direito Internacional, Volume 1 | NÚMERO 14 » ;

2- L’Annuaire Français de Relations Internationales 2014, Vol. XV, publication coordonnée par l’Académie des Sciences Morales et Politiques, Université Panthéon-Assas – Centre Thucydide,

articles publiés peu avant que les membres de la CADHP n’aient statué sur les plaintes des mouvements cabindais et  dont la conclusion, loin de surprendre a été purement et simplement la suivante : « Il n’y a pas de violation de droits de l’homme au Cabinda », balayant d’un revers de main tous les rapports dressés par des institutions crédibles de défense des droits de l’homme (Human Right Watch, Amnesty International, la Commission des droits de l’homme des Nations Unies), le Département d’Etat américain, etc.

Cette prise de position éminemment politique et non juridique résulte d’un compromis négocié pour ne pas vexer les autorités angolaises et ainsi faciliter l’organisation par celles-ci, de la session d’avril 2014 devant se tenir  Luanda.

Pourquoi cet intérêt subit et autant d’aversion contre les intérêts légitimes du peuple sans défense de Cabinda pour son droit à l’autodétermination ?

 Si ceux-ci se souciaient tant du sort des peuples africains issus de leurs anciennes colonies, provinces ou territoires d’outre-mer, pour lequel le Portugal avait reçu pour mission de l’Orient « de coloniser des terres et de leur apporter les bienfaits de la civilisation », pourquoi ne pas s’appesantir et disserter sur :

  • les méfaits et crimes perpétrés par les agents de la PIDE / DGS dans les anciennes colonies portugaises d’Afrique, notamment en Angola et au Cabinda, actions à l’origine de nombreux cas d’assassinats qui ont laissé des séquelles indélébiles dans la mémoire des natifs de ces territoires ;
  • les personnes froidement assassinés par les éléments du MPLA peu avant la proclamation de l’indépendance ;
  • l’enrichissement illicite et les détournements des deniers publics par la nomenklatura du MPLA, fonds déversés dans des affaires juteuses au Portugal ou déposés dans les paradis fiscaux, transformés en pays de blanchiment d’argent au détriment du bien-être des populations locales angolaises ;
  • les violations répétées des droits de l’homme et assassinats politiques auxquels sont exposés les opposants au régime ;
  • la corruption tant au Portugal qu’en Angola, dont certains dirigeants politiques, considérés autrefois comme d’honnêtes gens, en font déjà les frais ;
  • etc…

Etre enseignant universitaire et tirer profit de cette étiquette, pour véhiculer des positions politiques à peine voilées sur un sujet d’actualité donné, ne veut forcément pas dire que l’on détient le monopole du savoir et de la vérité et que, par conséquent, ce que l’on affirme doit être pris pour parole d’évangile.

Le peuple de Cabinda qui connaît désormais qui sont ses véritables amis, saura déjouer tous les obstacles dressés sur son chemin dans la lutte pour son droit à l’autodétermination.

Rien dans ce monde n’est immuable ; tout est mouvement et changement. C’est la dialectique de l’histoire. Le régime de l’Estado Novo, comme celui des militaires du MFA (Mouvement des Forces Armées portugaises), n’ont pas échappé au vent de l’histoire.

Augusto F. Liumba.

18 mars, 2014

TALENTS LITTERAIRES DE LA DIASPORA AFRICAINE

Classé dans : Société — cabinda @ 19:34

Roman1_Hirvin_ppNous avons le plaisir de vous informer de la parution du tome 1 du premier ouvrage que le jeune Hirvin PENA-PITRA a écrit à 15 ans, un roman de la classe dite «fantasy».

Intitulé « L’HÉRITIER », cet ouvrage de 360 pages est le premier de la série au titre « L’HÉROSAQUADONE OU L’ÉPOPÉE DE FULCA L’ÉLÉMENTAL».

Pour  l’instant, bien que cette œuvre ait été retenue par deux grandes maisons d’édition, ce roman a été publié en autoédition pour son premier tirage (ISBN 978-2-35897-381-6 et EAN 9782358973816).

Vous pouvez vous procurer ce livre, au prix de 20€, en vous adressant à la Librairie « Le point de côté », 22, place Henri IV, 92150 Suresnes, Tel : 01 45 06 16 65 ou à la société 3H2Pcom sise au 44B, rue Carnot, 92150 Suresnes, Tel : 06 66 17 49 75, qui en est le dépositaire exclusif. Pour ceux qui souhaiteraient le commander, nous vous informons que les frais d’expédition sont à votre charge.

23 février, 2014

As verdades sobre Cabinda no livro do Padre Raúl Tati

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 21:55

O padre de Cabinda, Raúl Tati, lançou recentemente em Cabinda, o livro « Cabinda: Percurso histórico entre Deus e Cesar, de 1975-2012« . Nele constam factos sobre o enclave desconhecidos pela maioria.

1 février, 2013

Réplique d’organisations cabindaises à l’Avis adressé par le Gouvernement angolais à la CADHP.

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 7:51

Réplique d'organisations cabindaises à l'Avis adressé par le Gouvernement angolais à la CADHP. dans Politique ranque_franquepresid_cgsne-210x300 dans Politique

ÉCOUTEZ LES SÉQUENCES DE CABINDAWEBRADIO POUR VOUS INFORMER

SUR LES FONDEMENTS DE LA QUESTION DU TERRITOIRE OCCUPÉ DU CABINDA

Comme nous l’avions annoncé aux visiteurs du site, voici la première de couverture de la réplique du collectif d’organisations cabindaises à l’Avis du Gouvernement de la République d’Angola relatif aux plaintes sur des cas de violations des droits de l’homme au Cabinda, introduites auprès de la Commission Africaine des Droits de l’Homme et des Peuples (Union Africaine) par différentes organisations cabindaises.

Ce document est publié sous forme d’ouvrage que vous pourriez acheter en adressant un mél à l’adresse suivante : frente.libca1963@laposte.net.

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Ce document, de plus d’une centaine de pages, est une réponse au « déniement », par le gouvernement de l’Angola (GdA), du droit du Peuple du Cabinda à l’autodétermination, et à la désapprobation du travail orienté et partisan du prof. Carlos Blanco de Morais, qui a servi de base à l’argumentaire de la communication adressée par le GdA à la CADHP en avril 2012.


*****************************************

Como o tinhamos anunciado aos visitantes do site, eis aqui a capa da réplica do Coletivo das organizações Cabindas ao parecer do Governo da República de Angola em relação às queixas sobre casos de violações dos direitos humanos em Cabinda, introduzidas junto da Comissão Africana dos direitos humanos e dos Povos (União Africano) por diferentes organizações de Cabinda.

Este documento foi publicado como livro que poderá ser adquirido enviando um e-mail no seguinte endereço: frente.libca1963 @ laposte.net.

Este documento, que tem mais de 100 páginas, é uma resposta a recusa do governo de Angola (GdA), em reconhecer o direito do Povo do território de Cabinda à autodeterminação, assim como à desaprovação do trabalho orientado e partidário do Professor Carlos Blanco de Morais, que tem servido de base para os argumentos da comunicação enviada pelo GdA para a CADHP em abril de 2012.

 

13 juillet, 2012

Cidade feita por chineses em Luanda tem tudo, menos pessoas.

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 12:48

Cidade feita por chineses em Luanda tem tudo, menos pessoas. dans PolitiqueA cidade feita por chineses em Luanda tem tudo, menos pessoas. O governo anunciou recentemente que uma parte dos apartamentos se destina a habitação social, podendo ser arrendados por pessoas com poucos rendimentos mas, ainda ninguém sabe exactamente como é que será feito o processo de selecção de habitantes e os mais cínicos argumentam que tudo não passa de uma manobra eleitoralista antes das eleições de 31 de Agosto.

Também se desconhece o que irá acontecer aos apartamentos que não forem vendidos. 

Ler o artigo completo (PUBLICO)

29 juin, 2012

Julgar a República: Meia-dúzia de malandros receberam dinheiro que puseram na Suíça e entregaram Cabinda a criminosos

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 21:50

Os Reis de Cabinda eram afilhados da Casa Real Portuguesa e tinham honras de fidalgos-parentes. É infame terem ligado o Reino de Cabinda a Angola.

Alguns grandes republicanos ganharam muito com a descolonização. Sabemos que há meia-dúzia de malandros que tinham fortunas em África, fizeram-se com quem cobiçava os territórios, receberam por isso, puseram o dinheiro na Suíça e entregaram aquilo a criminosos.

Por João Ferreira Rosa (Julgar a República)

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