23 février, 2014

As verdades sobre Cabinda no livro do Padre Raúl Tati

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 21:55

O padre de Cabinda, Raúl Tati, lançou recentemente em Cabinda, o livro « Cabinda: Percurso histórico entre Deus e Cesar, de 1975-2012« . Nele constam factos sobre o enclave desconhecidos pela maioria.

25 mai, 2013

Comentário sobre a comunicação do GdA junto da CADHP: Regime jurídico dos tratados celebrados entre Portugal e o povo de Cabinda.

Classé dans : Politique — cabinda @ 22:00

Face à la désinformation à laquelle nous vivons et à l’obscurantisme entretenu par les forces du mal, le Peuple de Cabinda, les internautes et les observateurs de la question du Cabinda ont le droit à l’information. Voilà pourquoi, ces fichiers audios inédits sont mis à la disposition du public.

Perante a campanha de desinformação em que vivemos e o obscurantismo entretido pela forças do mal, o Povo de Cabinda, os internautas e observadores da questão de Cabinda têm  o direito de serem informados. Eis porque, estes ficheiros audios estão sendo divulgados.

COMENTÁRIO SOBRE A COMUNICAÇÃO DO GdA JUNTO DA CADHP EM CONSEQUÊNCIA DAS QUEIXAS DAS ORGANIZAÇÕES CABINDAS

Commentaires sur deux des communications du GdA auprès de la CADHP consécutivement aux plaintes des organisations cabindaises

Comentário sobre a comunicação do GdA junto da CADHP: Regime jurídico dos tratados celebrados entre Portugal e o povo de Cabinda. dans Politique law

 

VALIDADE DO TRATADO DE SIMULAMBUCO

Tratado esquecido por Portugal :  

Lien d’un autre site à consulter http://cabinda.populus.ch/

 

1 février, 2013

Réplique d’organisations cabindaises à l’Avis adressé par le Gouvernement angolais à la CADHP.

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 7:51

Réplique d'organisations cabindaises à l'Avis adressé par le Gouvernement angolais à la CADHP. dans Politique ranque_franquepresid_cgsne-210x300 dans Politique

ÉCOUTEZ LES SÉQUENCES DE CABINDAWEBRADIO POUR VOUS INFORMER

SUR LES FONDEMENTS DE LA QUESTION DU TERRITOIRE OCCUPÉ DU CABINDA

Comme nous l’avions annoncé aux visiteurs du site, voici la première de couverture de la réplique du collectif d’organisations cabindaises à l’Avis du Gouvernement de la République d’Angola relatif aux plaintes sur des cas de violations des droits de l’homme au Cabinda, introduites auprès de la Commission Africaine des Droits de l’Homme et des Peuples (Union Africaine) par différentes organisations cabindaises.

Ce document est publié sous forme d’ouvrage que vous pourriez acheter en adressant un mél à l’adresse suivante : frente.libca1963@laposte.net.

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Ce document, de plus d’une centaine de pages, est une réponse au « déniement », par le gouvernement de l’Angola (GdA), du droit du Peuple du Cabinda à l’autodétermination, et à la désapprobation du travail orienté et partisan du prof. Carlos Blanco de Morais, qui a servi de base à l’argumentaire de la communication adressée par le GdA à la CADHP en avril 2012.


*****************************************

Como o tinhamos anunciado aos visitantes do site, eis aqui a capa da réplica do Coletivo das organizações Cabindas ao parecer do Governo da República de Angola em relação às queixas sobre casos de violações dos direitos humanos em Cabinda, introduzidas junto da Comissão Africana dos direitos humanos e dos Povos (União Africano) por diferentes organizações de Cabinda.

Este documento foi publicado como livro que poderá ser adquirido enviando um e-mail no seguinte endereço: frente.libca1963 @ laposte.net.

Este documento, que tem mais de 100 páginas, é uma resposta a recusa do governo de Angola (GdA), em reconhecer o direito do Povo do território de Cabinda à autodeterminação, assim como à desaprovação do trabalho orientado e partidário do Professor Carlos Blanco de Morais, que tem servido de base para os argumentos da comunicação enviada pelo GdA para a CADHP em abril de 2012.

 

15 décembre, 2012

Contentieux Cabinda/Portugal

Classé dans : Politique — cabinda @ 16:05

Le FLEC Originel dirigé par le docteur-ingénieur J. D. Álvaro Pitra Pena Franque depuis le décès en 2007, à Luanda, de son leader historique Luís Ranque Franque, a adressé le 8 décembre dernier à l’actuelle présidente de l’Assemblée de la République du Portugal, ainsi qu’au président en exercice du Tribunal Constitutionnel, une lettre de rappel et d’interpellation sur le contentieux découlant de la décolonisation de Cabinda détournée en 1975 au profit de l’Angola.

A FLEC Original dirigida pelo Dr. engenheiro J. D. Álvaro Pitra Pena Franque desde o falecimento em 2007, em Luanda, do seu líder histórico, Luis Ranque Franque, enviou no passado dia 8 de dezembro à actual Presidente da Assembleia da República de Portugal, bem como ao presidente do Tribunal Constitucional, uma carta de recordação e interpelação sobre o litígio decorrente da descolonização de Cabinda desviada em 1975, em favor de Angola.

Dans la lettre adressée à la présidente de l’Assemblée de la République, le FLEC-Originel invoque, en appui de son argumentation, une correspondance reçue du Directeur de Cabinet de l’ancien président de cette chambre, le Dr. Jaime José Matos da Gama informant le mouvement d’avoir transmis pour instruction le dossier à la Commission des Affaires étrangères (Cf. Pièce jointe à la correspondance), ainsi que celle du Provedor de Justiça de l’époque, le Dr. H. Nascimento Rodligues, en réponse à une plainte introduite auprès des organes de souveraineté sous l’autorité de feu Luís Ranque Franque.

Na carta à presidente da Assembleia da República, a FLEC Original invoca em apoio da sua argumentação, a correspondência que recebeu do Director de Gabinete do Gabinete do antigo Presidente desta Câmara, o Dr. Jaime José Matos da Gama, informando o movimento de ter transmitido o processo para a Comissão dos negocios estrangeiros (Cf. Peça em anexo da correspondência), bem como ao então Provedor de Justiça, Dr. H. Nascimento Rodligues em resposta a uma queixa apresentada junto dos órgãos de soberania, sob a autoridade do seu falecido presidente, Luís Ranque Franque.

Dans la correspondance reçue du Provedor de Justiça, jointe  à celle-ci comme pièce à conviction, il ressort outre le fait d’annoncer qu’ « il n’était pas en mesure d’entreprendre quoi que ce soit », que celui-ci s’est substitué à la Cour Constitutionnel pour affirmer que cet organe n’était pas compétent pour se prononcer sur la conformité constitutionnelle des actes et décisions pris par les différents gouvernements provisoires qui se sont succédé après le 25 avril 1975, ce qui de toute évidence, était en contradiction totale avec plusieurs arrêts de cette même Cour, affirmant le contraire.

Na correspondência procedente do Provedor, também posta em exposição, além de informar ao movimento que « ele nada podia fazer », substituiu-se ao Tribunal Constitucional declarando que este órgão não era competente para se pronunciar sobre a conformidade constitucional dos actos juridicos e decisões tomados pelos diferentes governos provisórios que tinham sucedido depois 25 de abril de 1975, o que obviamente estava em total contradição com vários ácordãos deste mesmo Tribunal.

A cette occasion, le FLEC-Originel interpelle la présidente de l’Assemblée de la République et les illustres membres de cette Assemblée :

Nesta ocasião, a FLEC Original interpelou a presidente da Assembleia da República e os ilustres membros desta Assembleia:

1. Sur l’irrégularité de la cession de Cabinda à l’Angola. eu égard d’une part, à la législation portugaise en  vigueur à cette date et, de principes du droit international applicables en matière de décolonisation et de succession d’Etats établissant que, lors de la commission de l’acte illicite, le Portugal ne disposait sur les territoires sous son administration que d’une compétence fonctionnelle d’administration sous le contrôle des Nations Unies ;

1. A irregularidade da cessão de Cabinda à Angola. em consideração tanto da legislação Portuguesa em vigor naquela data, e dos princípios do direito internacional aplicáveis em matéria de descolonização e de sucessão de Estados estabelecendo que, aquando da realização do ato ilícito, Portugal somente dispunha defronte dos territórios sob a sua administração uma competência funcional de administração sob o controlo das Nações Unidas;

2. Les conséquences de ladite cession territoriale à l’origine du différend opposant  depuis 1975 le peuple de Cabinda et l’Etat angolais, une situation qui, en vertu du principe de la continuité de l’Etat, engage la responsabilité de l’Etat portugais même  après son retrait de ses anciennes colonies de Cabinda et de l’Angola (selon la formule consacrée en l’article 1.2 de la Constitution politique de la République Portugaise de 1933 (CPRP), prorogé par la loi constitutionnelle n° 3/74 du 14 mai, promulguée par les autorités issues du Mouvement des Forces Armées portugaises du 28 avril 1975), en sa qualité d’ancienne puissance administrante et Etat protecteur de Cabinda ;

2. As consequências desta cessão territorial na origem do conflito que, desde 1975, opõe o Povo de Cabinda e o governo de Angola, uma situação que, de acordo com o princípio da continuidade do Estado é da responsabilidade, engaja a responsabilidade do Estado Portugês mesmo após a sua retirada das suas antigas colónias de Cabinda e Angola (conforme a redacção do n.° 2 do artigo 1.°) da Constituição da República Português de 1933, prorrogado pela Lei Constitucional n º 3/74 de 14 de Maio, promulgada pelas autoridades do Movimento das Forças Armadas Português 28 de abril de 1975), na sua qualidade de antiga potência administrante e Estado protetor de Cabinda;

3. la nécessité et l’urgence, au nom du devoir de mémoire et de l’éthique, d’une initiative conciliatoire portugaise, afin de mettre un terme au conflit opposant l’Etat angolais et le Peuple de Cabinda, en organisant dans ce territoire, sous les auspices de l’Union Africaine (UA), de l’ONU, de l’Union Européenne (UE), des pays voisins du Cabinda, en présence d’observateurs internationaux, un référendum d’autodétermination transparent, voie la mieux indiquée pour permettre au peuple de ce territoire d’exprimer librement son point de vue sur son avenir « à l’intérieur ou à l’extérieur » du système angolais actuel, comme l’eut à le demander en novembre 1974 feu le président Luís Ranque Franque, dans un message qu’il adressa au Secrétaire Général des Nations Unies, M. Kurt Waldheim ; ou, dans le cas contraire, en recherchant une solution amiable et rapide de sortie de crise, une solution réellement négociée et non imposée, entre le Gouvernement angolais et la partie cabindaise libre, indépendante, non sujette à la corruption.

3. A necessidsde e urgência, em nome do dever de memória e da ética, duma iniciativa « conciliatória » portuguesa afim de se pôr um termo à disputa opondo o Estado de Angola e 0 Povo de Cabinda, organizando neste território, sob os auspícios da União Africana (UA), da ONU, da União Europeia (UE), dos países vizinhos de Cabinda, em presença de observadores internacionais: um reterendo de autodeterminação transparente, a via mais indicada de modo a permitir a este Povo de expressar livremente a sua opinião sobre o seu devir dentro ou fora do sistema político angolano, como jà tinha-o pedido o falecido presidente Luís Ranque Franque, numa mensagem que dirigiu, em Novembro de 1974 ao Secretário-gera! das Nações Unidas (Kurt Waldheim) ou, no caso contrário, promovendo a busca rápida duma solução amigável e realmente negociada, mas não imposta, entre 0 Govemo da República de Angola e a parte cabindesa livre, independente, não sujeita à chantagem e corrupção.

Dans la lettre au Président de la Cour Constitutionnelle, le FLEC-Originel demande ouvertement à cette instance composée de membres nommés non seulement en fonction de leurs compétences, mais également de leur probité, de se prononcer  sur la validité et la conformité constitutionnelle de l’article 3 de l’Accord vicié d’Alvor, du 15/01/1975, à la lumière des dispositions de l’article 1 de la Constitution politique portugaise de 1933, ainsi que des lois et décrets numéros 3/74 du 14 mai 1974, 203/74 du 15 mai 1974, 7/74 du 29 juillet 1974 et 458-A/75 du 22 août 1974.

Na carta dirigida ao presidente do Tribunal Constitucional, a FLEC-Original pede abertamente a esta instância composta de membros nomeados não apenas pela sua experiência, mas também a sua integridade, que se pronuncie sobre a validade e a conformidade constitucional do artigo 3.º dos Acordos inquinados de Alvor, de 15 de Janeiro de 1975, à luz das provisões do artigo 1.º da Constituição Portuguesa de 1933, bem como das Leis n.os 3/74, de 14 de Maio, 203/74, de 15 de Maio, 7/74, de 29 de Julho e  458-/75 de 22 de Agosto.

Outre les correspondances sus-mentionnées, le FLEC-Originel rendra publique dans les prochains jours, la teneur de la réplique qu’elle a réservée à la communication que le Gouvernement angolais a déposée en avril dernier auprès de la Commission Africaine des droits de l’homme et des peuples, communication réitérée le 10 septembre dernier par le Ministre des relations Extérieures de l’Angola.

Além das correspondências acima mencionadas, a FLEC Original vai nos próximos dias publicar o conteúdo da resposta que foi reservada à comunicação que o Governo angolano endereçou em abril passado à Comissão Africana dos Direitos Humanos e dos Povos, comunicação repetida em 10 de Setembro último pelo ministro das Relações Exteriores de Angola.

Por A. LIUMBA.

13 juillet, 2012

Cidade feita por chineses em Luanda tem tudo, menos pessoas.

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 12:48

Cidade feita por chineses em Luanda tem tudo, menos pessoas. dans PolitiqueA cidade feita por chineses em Luanda tem tudo, menos pessoas. O governo anunciou recentemente que uma parte dos apartamentos se destina a habitação social, podendo ser arrendados por pessoas com poucos rendimentos mas, ainda ninguém sabe exactamente como é que será feito o processo de selecção de habitantes e os mais cínicos argumentam que tudo não passa de uma manobra eleitoralista antes das eleições de 31 de Agosto.

Também se desconhece o que irá acontecer aos apartamentos que não forem vendidos. 

Ler o artigo completo (PUBLICO)

30 juin, 2012

El MPLA pone de rodillas a la Iglesia Católica.

Classé dans : Non classé — cabinda @ 11:19

Aunque de vez en cuando surjan revueltas dentro de la propia iglesia Católica, lo cierto es que su jerarquía en Angola continua haciendo el juego del régimen, sobre todo en lo que a Cabinda, su colonia.

Ler o artigo

29 juin, 2012

Julgar a República: Meia-dúzia de malandros receberam dinheiro que puseram na Suíça e entregaram Cabinda a criminosos

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 21:50

Os Reis de Cabinda eram afilhados da Casa Real Portuguesa e tinham honras de fidalgos-parentes. É infame terem ligado o Reino de Cabinda a Angola.

Alguns grandes republicanos ganharam muito com a descolonização. Sabemos que há meia-dúzia de malandros que tinham fortunas em África, fizeram-se com quem cobiçava os territórios, receberam por isso, puseram o dinheiro na Suíça e entregaram aquilo a criminosos.

Por João Ferreira Rosa (Julgar a República)

2 juin, 2012

Nzita Tiago desmente a informação difundida pela imprensa angolana;

Classé dans : Non classé — cabinda @ 6:00

Nzita Tiago, um dos últimos fundadores históricos da FLEC desmente a informação que lhe foi atribuída pela imprensa angolano segundo a qual ja « não queria da independência nem da autonomia, mas só das infraestructuras em Cabinda ».

Oiçamos o Nzita Tiago na Voz de América (Clique aqui).

28 mai, 2012

Nem independência nem autonomia “…o que nós pretendemos é a paz”.

Classé dans : Politique,Société — cabinda @ 6:37
Nem independência nem autonomia “…o que nós pretendemos é a paz”. dans Politique Bento-e-Nzita2-300x166Bento Bembe, Nzita pai e Nzita filho, são a farinha do mesmo saco. Depois de tantos anos de luta, de sacrifícios e vidas perdidas para uma causa justa, ontem pretendia a vitória final, depois negociações sem condições com o Governo angolano, mais hoje afirma que « (…) Nós não pretendemos mais a independência, nem mesmo a autonomia. O que nós pretendemos é a paz para os cabindenses. (…) Não reivindicamos o dinheiro do petróleo, mas as infra-estruturas (…) ». Assina o Nzita Tiago, sempre apresentado como o libertador do Povo de Cabinda. Quem é o peru da farsa ?
Para mais detalhes, ler o artigo de Novo Jornal.
TRADUCTION
Bento Bembe, Nzita père et Nzita fils,  c’est la farine du même sac. Après tant d’années de lutte, de sacrifices et de vies perdues pour une cause juste, hier il prétendait la victoire finale, puis des négociations sans conditions avec le gouvernement angolais, mais aujourd’hui, en l’espace de quelques jours, il affirme que  « (…) Nous ne prétendons plus l’indépendance, ni même l’autonomie. Ce que nous prétendons c’est la paix pour les Cabindais. (…) Nous ne revendiquons pas l’argent du pétrole, mais des infrastructures (…) ». Signé Nzita Tiago, souvent présenté comme le libérateur du Peuple de Cabinda. Qui est le dindon de la farce ?
Pour plus de détails, lire l’article de Novo Jornal.

23 mai, 2012

Recente declaração do grupo dissidente da « FLEC António Nzita ».

Classé dans : Non classé — cabinda @ 9:31

Declaração da autoproclamada « Alto Conselho Representativo da FLEC » do Grupo António Nzita, dissidente da FLEC-FAC. Clique aqui.

Documento demonstrando o mercantilismo político de certos elementos Cabindas extraviados, sedentos de dinheiro, em procura duma posição social, prestes a vender a sua alma em detrimento dos interesses legítimos do povo de Cabinda que estavam supostos defender. Onde é a diferença com o perfídia e traição do Bento Bembe?

Déclaration de l’autoproclamé « Haut Conseil représentatif du FLEC » du groupe Antonio Nzita, scissionniste du FLEC-FAC. Clique aqui.

Document démontrant le mercantilisme politique de certains cabindais égarés, assoiffés d’argent, en quête de position sociale, prêts à vendre leur âme au détriment des intérêts légitimes du peuple de Cabinda qu’il sont censés défendre.  Où est donc la différence avec la félonie et trahison de Bento Bembe ?

 

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